Eu e SÓ EU...

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Alone

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Poema de Fernando Pessoa.-O infante

Pessoa.

Fernando Pessoa.

Alguma questão...?!...

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Dated14jan11

Levar-te à boca



Levar-te à boca,
beber a água
mais funda do teu ser -

se a luz é tanta,
como se pode morrer?



Eugénio de Andrade




Posted by alone

Dated14jan11

O elevado custo da desforra



Mesmo que você não possa amar a seus inimigos, ame, pelo menos, a você mesmo. E use esse amor por você mesmo para não permitir que seus inimigos controlem a sua felicidade, a sua saúde e a sua vida. Quando você odeia seus inimigos, está dando a eles poder sobre você mesmo: sobre seu sono, seu apetite, sua pressão arterial, sua saúde, sua felicidade.
Passar dias e noites se preocupando em como desforrar-se deles, arquitetando vinganças mirabolantes, só faz mal a você mesmo. O seu ódio não causa efeito a eles, mas faz com que seus dias e suas noites se transformem em verdadeiros infernos.
Um meio para acabar com esse sentimento ruim e devastador é perdoar seus inimigos e esquecê-los. Para chegar a isso, passe a dedicar-se a alguma coisa infinitamente maior do que o mero desejo de vingança.
E, para cultivar uma atitude mental que traga paz e felicidade, lembre-se desse princípio: nunca procure vingar-se de seus inimigos porque, se o fizer, vai ferir mais a si mesmo do que a eles; não desperdice um minuto sequer falando ou pensando em pessoas que não o agradam.


Dale Carnegie



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Dated14jan11

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Toques de SEDUÇÃO...



Ela está próxima à você e você a ignorou. Ela olhou para você e você sequer olhou de volta. Faça um olhar de surpresa quando ela virar a cabeça de volta.



Você: Você tava me paquerando…
Ela: Aham? Não
Você: Que mentirosa! Me diga a verdade e nem venha com esse papo de que “eu não aguento a verdade!”
Ela: como? kkkkkkkkk
Você: Tá certo, já entendi (faça uma cara de decepcionado). Você não gosta de mim. Tudo bem eu não vou chorar.. xau! (dê dois passos e volte) A propósito você tem um nariz engraçado… parece com o Pinóquio.
Ela: (provavelmente irá rir e o escudo feminino já estará destruído)
Você: E então? Vamos nos apresentar ou só trocar alguns insultos um para o outro? Não é elegante ser rude.
Ela: Meu nome é Joana
Você: Claro, meu nome é Fausto Silva. Pare de mentir! Diga seu nome de verdade!
Ela: Cinderela
Você: Otávio. Prazer em conhecê-la Cinderela
Ela: (risadas) meu nome é Joana.

Origem: da Net



Posted by alone

Dated13jan11

Saudade -Miguel Falabella

SAUDADE! Palavra, EMINENTEMENTE, do vocabulário de Língua Portuguesa.

Posted by alone

Dated13jan11

Sim, eu posso (Motivacional)



Se você PENSA que está vencido, você está,
Se você PENSA que não ousa não faz.
Se você gostaria de vencer mas PENSA que não pode,
É quase certo que perderá.
Se você PENSA que perderá já perdeu,
Pois neste mundo constatamos
Que o sucesso começa com a vontade,
Que é tudo um estado de espirito.
Se você PENSA que está superado, já está,
Você precisa PENSAR alto para subir
É preciso confiar em si mesmo
Antes de ganhar o prêmio máximo.
As vitórias nem sempre vão para o mais forte ou mais rápido,
Mas, cedo ou tarde, quem vence é aquele que PENSA que pode!




Posted by alone

Dated13jan11

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Rui Veloso - A paixão

E então...?!...

Posted by alone

Dated12jan11

DITOS...


Acabe com essa história de cabeça aberta e cuca fresca. Os miolos podem cair.


Voz Popular




Posted by alone

Dated12jan11

Um beijo



Foste o beijo melhor da minha vida,
ou talvez o pior...Glória e tormento,
contigo à luz subi do firmamento,
contigo fui pela infernal descida!

Morreste, e o meu desejo não te olvida:
queimas-me o sangue, enches-me o pensamento,
e do teu gosto amargo me alimento,
e rolo-te na boca malferida.

Beijo extremo, meu prêmio e meu castigo,
batismo e extrema-unção, naquele instante
por que, feliz, eu não morri contigo?

Sinto-me o ardor, e o crepitar te escuto,
beijo divino! e anseio delirante,
na perpétua saudade de um minuto....


OLAVO BILAC


Posted by alone

Dated12jan11

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

JoãO PedrO Pais - MenTira

MENTIRA?!...

Posted by alone

Dated11jan11

O Velho de Alcântara-Mar



Eu estava a almoçar sozinho num restaurante, como tanto gosto de fazer, a meio do dia de trabalho. Detesto «almoços de trabalho», almoços de circunstância ou almoços de coisa alguma. Detesto almoçar os outros, resumindo. Prefiro almoçar a comida, acompanhada de uma revista ou de um jornal.

O restaurante era pouco mais que uma tasquinha de Alcântara, que tem a vantagem de ter uma comida caseira e sem pretensões e de não ser frequentado pela classe emergente dos almoços, com os telemóveis em cima da mesa, ao alcance de uma urgência, porque gente importante e ocupada é assim. Este restaurante, pelo contrário, é frequentado por uns clientes discretos, habituais e silenciosos, que vêm comer polvo cozido com todos e parecem cobertos por uma fina poeira de tristeza que os toma, de certa forma, íntimos. Íntimos, apesar do nosso mútuo silêncio, cúmplices na solidão das mesas, como marinheiros naufragados, cada um em sua ilha.

Gosto destes personagens lisboetas da hora de almoço, que comem sozinhos resmungando entre dentes, que compram lotaria, lêem os anúncios do Correio da Manhã e tratam as empregadas de mesa por «Menina isto» e «Menina aquilo». Imagino em cada um deles um Fernando Pessoa, órfão de obra e deserdado de sentimentos. São solitários e tristes, porém não são trôpegos, mas dignos, de costas direitas e cara fechada olhando em frente, quando se levantam da mesa discretamente em direcção à porta, como se deslizassem em direcção à vida.

Um dia entrou um homem destes, que eu já tinha visto anteriormente. Era um cliente de bairro, um «vizinho» do restaurante — ocasionalmente almoça, mas, regra geral, limita-se a chegar sobre o tarde, senta-se numa mesa em frente à porta com um jornal dobrado à frente, encomenda uma bica e fica a olhar para a rua, atento ao passar do tempo. Vê-se que é reformado porque não tem horário fixo nem pressa alguma. Não será viúvo, mas apenas gasto, viverá num 3° esquerdo, indiferente às lamúrias da «patroa», sentado num sofá de costas para a janela para receber a luz para as palavras cruzadas do jornal.

Mas nesse dia o homem entrou no restaurante com um sorriso luminoso na cara. Parecia ter rejuvenescido dez anos, as costas estavam mais direitas, a roupa mais alisada, o cabelo penteado deveria cheirar a água de colónia Ach. Brito. Só percebi a razão da transformação quando o vi virar-se para trás na porta da entrada e estender a mão a um miúdo que o seguia: era o neto. Passeou o miúdo pelo restaurante como se apresentasse uma namorada rainha de beleza. De mão dada com ele, foi até ao balcão e sentou-o lá em cima para que todos os empregados o vissem, sorriu à volta e fez um gesto largo para o miúdo, indicando o mostruário onde repousavam a pescada para cozer ou fritar, o leitão frio ou quente da Mealhada e as costeletas de vitela para grelhar, e disse: «Então, escolhe lá o que queres almoçar».

Pediu mesa com toalha de pano, encostada à parede, de onde todos o pudessem ver e ele pudesse ver todos. Levou o neto ao colo até à mesa, sentou-o na cadeira, atou-lhe o guardanapo de pano ao pescoço e então o miúdo agarrou-lhe a cara de repente, puxou-o para si e deu-lhe um beijo. O velho sentou-se à frente dele e olhou em frente. Encontrou o meu olhar, que devorava a cena. Por um brevíssimo instante pareceu-me que ele tinha ficado suspenso da minha reacção: queria ser visto, mas tinha medo. Inclinei a cabeça e cumprimentei-o em silêncio — foi a primeira vez que o cumprimentei: o seu olhar era líquido de ternura e firme de orgulho. Quando for velho, quero ser exactamente assim.


(Foi mantida a grafia original)


Por Miguel Souza Tavares


Texto extraído do livro “Não te deixarei morrer, David Crockett”, Editora Nova Fronteira – Rio de Janeiro, 2005, pág. 99.
Posted by alone
Dated11jan11

Desespero



No peito uma dor que entope a fala e que a pede. Uma dor inexplicável e insolúvel que brota águas e uivos lancinantes e não pára e nada pára. A dor dos desastres recorrentes. A dor que já não sei se é de ti, se de mim, se de tudo ou de tanto nada. A dor que quero curar e nada cura. Como queria quem me ensinasse o mundo.

Clara


Posted by alone

Dated11jan11

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Pelo Mundo afora...

The ONE: Albert JOHN

Neste período em que escrevi muito pouco aqui no alone, dois ou três fatos (factos, em Portugal...) chamaram a minha atenção.
Vou passar a enumerá-los e a dar a minha opinião sobre eles. Que é mesmo e SÓ ISSO:
a minha opinião.

1 – Ronaldinho Gaúcho – um “cara” sorridente que joga quando quer e que é “habitué” de noitadas. Achou um “saco” continuar numa das melhores equipas do Mundo o Inter de Milão) e... BRASIL com ele! O seu empresário (por acaso, o irmão Assis, ex-jogador de futebol) iniciou então uma cruzada “cigana de pedinchice” para “ganhar” o melhor contrato para o Ronaldinho. Palmeiras, Grêmio e Flamengo entraram na “dança” pelo SUPERSTAR e, um a um, têm desistido por não concordarem com a “forma” como jogador e empresário, independentemente de tudo, querem um salário e demais benesses bem “chorudas” ao arrepio de tudo quanto é de mais elementar. Vidas da “bola”...!!!
Com e sem “bola”!...

2 – O candidato às Presidenciais de Portugal e ex-presidente Aníbal Cavaco e Silva, continua a primar pela má-educação. Com os jornalistas, com os outros concorrentes, com quem se lhe opõe, afinal...! Estranha forma de ser “um democrata” ou social-democrata...!!! Como a Excelência achar melhor!

3
– O cronista social Carlos Castro foi assassinado num quarto de Hotel (um dos melhores de New York) onde vivia com o seu “namorado”. Segundo ele, veio com “uma mão à frente e outra atrás” (pra quê a mão “atrás”...?!) de Angola para o “Puto” –como chamavam depreciativamente a Portugal aqueles que viviam ou eram originários dessa ex-Província Ultramarina- e, no mundo social das revistas cor-de-rosa, entre gays e lésbicas, foi “fugindo à pobreza” e FATURANDO, até morrer desta forma “escabrosa” nos States. Paz à sua alma e talvez TODOS aqueles que foram VÍTIMAS da sua língua “viperina” lhe perdoem UM DIA.

4 – O Alberto João da Madeira teve um AVC. Eterno marchante dos Carnavais da Madeira, desbocado e sem controle político nem emocional, prepara-se (ou preparava-se...) para mais um mandato no Governo Madeirense. O Salazarismo durou 48 anos, não foi?!... Pelos vistos o Alberto João –se as “coisas” correrem bem- vai tentar bater o RECORD. Será que consegue? Será que o AVC o vai vencer e lhe tirar essa possibilidade? Uma pergunta com muitas respostas mas com muito “rega-bofe” à mistura. Uma missa pela Alberto João.

Estas são alguns dos assuntos que quis abordar.
Estes são os comentários que quis fazer.
Os MEUS comentários.



Posted by alone
Dated10jan11

Carroça vazia



Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida.
Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante.
Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Concordei, com grande alegria, e lá fomos nós, umidecendo nossos calçados com o orvalho da relva. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... - disse ele - ... é uma carroça vazia.
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito o que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão de estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz



Posted by alone

Dated10jan11

"Coisas" da NET ou um Pedido de Desculpa...


A minha amiga Hainelde, confidenciou-me "meia-zangadinha", se eu já não era mais seu Amigo e porque eu a havia retirado da Lista de Seguidores.


Olha, "Contestações"... eu JÁ FIZ TUDO O QUE ME ERA POSSÍVEL para que o teu avatar continue entre TODOS os/as OUTRO(A)S seguidores mas... ele não entra lá e isso é um problema do Blogspot e não uma opção minha.


Acredita.


Aliás, não sei o que se tem passado com o Blogspot mas, na verdade, tenho tentado identificar problemas que me surgem a cada dia.


Mas, aí, NÃO MANDO EU...!!!


Beijo, Amiga e, acredita, CONTINUO A SER TEU SEGUIDOR e nutro, por TI, uma amizade MUITO ESPECIAL.


Boa Semana e desculpa "estas coisinhas", tá?!




Posted by alone


Dated10jan11