Eu e SÓ EU...

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Alone

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O paradoxo do nosso tempo



O paradoxo do nosso tempo na história é que aumentamos a altura dos edifícios e diminuímos nossa calma, alargamos as estradas, e estreitamos nossos pontos-de-vista.

Nós gastamos mais, e temos menos, compramos mais, e aproveitamos menos.

Nós temos casas maiores e famílias menores.
Mais facilidades, menos tempo.

Nós temos mais graduações e menos compreensão, mais conhecimento e menos juízo, mais especialistas e ainda mais problemas, mais medicina e menos bem-estar.

Nós bebemos muito, fumamos mais, gastamos imprudentemente, rimos muito menos, dirigimos muito rápido, temos mais fome, trabalhamos até mais tarde, ficamos cada vez mais cansados, lemos menos, assistimos demais a TV e raramente rezamos.

Nós temos multiplicado nossas posses, e reduzido nossos valores.

Nós falamos demais, raramente amamos, e odiamos frequentemente.

Nós aprendemos como ganhar a vida, mas não aprendemos a viver.

Acrescentamos anos à vida,
e não VIDA aos anos.

Fizemos o caminho completo ida e volta até a lua, mas não conseguimos atravessar a rua para dar as boas vindas ao novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não conquistamos o espaço interior.

Fazemos coisas demais, e não coisas melhores.

Até conseguimos purificar o ar, mas poluímos nossa alma.

Dominamos o átomo, e não dominamos nosso preconceito.

Escrevemos mais, aprendemos menos.

Planejamos mais, cumprimos menos.

Aprendemos a agilizar, mas não sabemos esperar.

Construímos mais computadores para lidar com mais informação, para produzir mais e mais cópias, mas nos comunicamos menos e menos.

Este é o tempo do fast-food e da digestão lenta, dos grandes homens e do pequeno caráter, dos lucros exorbitantes e das relações vazias.

Estes são os dias das múltiplas fontes de renda e dos divórcios, das casas chiques e dos lares destruídos.

Estes são os dias das viagens rápidas, das fraldas descartáveis, da moralidade descartável, dos ficantes de uma noite, dos corpos acima do peso, e das pílulas que fazem tudo, que alegram, que acalmam, que matam.

É um tempo onde há muito na vitrine e pouco no estoque.

Tradução e adaptação livre (beeem livre) de Ronaud Pereira do texto original de Jeff Dickson em inglês.


Estava eu todo empolgado, crente que a mensagem acima era do gênio do humor americano George Carlin (Assista a um dos vídeos impagáveis dele). Porém este site desmente esta falsa autoria e a corrige para o Pastor da Igreja Cristã de Overlake, Jeff Dickson. Como se pode ver, não são só os Jabores, Veríssimos e Einsteins da vida que têm seus nomes usados para valorizar textos alheios.

Fonte: http://www.ronaud.com/






Posted by alone Dated10nov2011

Frase de PAZ



Em nome da paz, começam guerras. Não têm vergonha?



(Nikki Giovanni)

Fonte: http://www.euroresidentes.com/





Posted by alone Dated10nov2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

No Fundo Somos Bons Mas Abusam de Nós



O comum das gentes (de Portugal) que eu não chamo povo porque o nome foi estragado, o seu fundo comum é bom. Mas é exactamente porque é bom, que abusam dele. Os próprios vícios vêm da sua ingenuidade, que é onde a bondade também mergulha. Só que precisa sempre de lhe dizerem onde aplicá-la. Nós somos por instinto, com intermitências de consciência, com uma generosidade e delicadeza incontroláveis até ao ridículo, astutos, comunicáveis até ao dislate, corajosos até à temeridade, orgulhosos até à petulância, humildes até à subserviência e ao complexo de inferioridade. As nossas virtudes têm assim o seu lado negativo, ou seja, o seu vício. É o que normalmente se explora para o pitoresco, o ruralismo edificante, o sorriso superior. Toda a nossa literatura popular é disso que vive.
Mas, no fim de contas, que é que significa cultivarmos a nossa singularidade no limiar de uma «civilização planetária»? Que significa o regionalismo em face da rádio e da TV? O rasoiro que nivela a província é o que igualiza as nações. A anulação do indivíduo de facto é o nosso imediato horizonte. Estruturalismo, linguística, freudismo, comunismo, tecnocracia são faces da mesma realidade. Como no Egipto, na Grécia, na Idade Média, o indivíduo submerge-se no colectivo. A diferença é que esse colectivo é hoje o puro vazio.

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'






Posted by alone Dated08nov2011