Eu e SÓ EU...

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Alone

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

That's Us Portugal

Posted by alone

Dated 08dez10

Dia de chuva e de férias...


Muita chuva pela manhã aquí em Ourinhos/SP.

Chuva de mais para o meu gosto.

Estou de férias desde a passada 6ªF e, o sol, parece não querer nada comigo.

Não saí daquí porque o dinheiro "tá curto" e, também, porque quero fazer algumas coisas aquí na nova casa.

Ontem, entre o calor e os riscos de uma chuvada, ainda fuí até ao SESI, fazer quase 1 hora de piscina.

E como a água estava uma delícia...!!!

Eu, também... rsrs

As pinturas dos portões vão, por hoje, ficar adiadas. Afinal, como o bom brasileiro diz "tem tempo pra tudo".

Continuo a andar bem confuso e, entre outras coisas, acho que tenho de agendar uma visita urgente a Portugal.

NÃO SEI VIVER LONGE dele muito tempo e, 4 anos, é JÁ tempo DEMASIADO!

Tenho de procurar viver mais ao meu jeito e ao meu gosto.

A infelicidade não me pode continuar a marcar.

TENHO DE VIVER!

A SÉRIO!...




Written and Published by alone


Dated 08dez10

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

LISBOA - PARQUE DAS NAÇÕES

Posted by alone

Dated 07dez10

A minha aldeia


Minha aldeia é todo o mundo.
Todo o mundo me pertence.
Aqui me encontro e confundo
com gente de todo o mundo
que a todo o mundo pertence.

Bate o sol na minha aldeia
com várias inclinações.
Angulo novo, nova ideia;
outros graus, outras razões.
Que os homens da minha aldeia
são centenas de milhões.

Os homens da minha aldeia
divergem por natureza.
O mesmo sonho os separa,
a mesma fria certeza
os afasta e desampara,
rumorejante seara
onde se odeia em beleza.

Os homens da minha aldeia
formigam raivosamente
com os pés colados ao chão.
Nessa prisão permanente
cada qual é seu irmão.
Valência de fora e dentro
ligam tudo ao mesmo centro
numa inquebrável cadeia.
Longas raízes que imergem,
todos os homens convergem
no centro da minha aldeia.


Antônio Gedeão



Posted by alone


Dated 07dez10


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Se calhar estou ERRADO


Ontem, à tardinha, vi através de uma TV internacional, o jogo final do Torneio Davis em Tênis e opunha um jogador da Bósnia a um da França.
Deixem-vos dizer que adoro esse desporto e que, para mim, na TV, ainda se torna mais aliciante porque dá para tirarmos possíveis dúvidas e ver repetições de jogadas do “outro Mundo”.
Todavia, já não é a primeira vez, que dou comigo a “mentalmente” fazer alguns reparos. Comecemos pela postura e pela forma como MUITOS desses “desportistas” aceitam as decisões, fazem “birras”, são possuidores d’alguns “tiques”, etc. Não estamos a falar de uns “pobretões” que andam a jogar pelo salário mensal.
A maioria dos tenistas - mesmo os de média-escala- joga por fortunas ou por quantitativos muito significativos e deviam ser um “exemplo” de fair-play. Para, além disso, não sei se estão a ver um trabalhador num serviço qualquer (... daqueles de R$700,00/mensal/sem faltas, claro...) ter alguém com uma toalha para lhe limpar o rosto ou as mãos quando sua (do verbo SUAR...) porque a merda do ventilador não funciona ou porque o chefe ou o/a colega não pode com o vento no rosto ou no cabelo. E quando o jogador tem uma indisposição pode fazer uma paragem. E, depois de uma partida, pode repor os líquidos que perdeu, bebendo algo que o reconforta.
Mas, tem mais: quando a “coisa” não está de feição, até os jovens que estão a repor as bolas em jogo e que correm que nem coelhos agachados para não “perturbar” o jogo, os jogadores e o público, são “maltratados” verbalmente por muitos desses senhores.
Vocês estão a ver BEM a diferença dum GRANDE JOGADOR de tênis ou de OUTRO DESPORTO qualquer e um trabalhador “comum”, normalzinho, que entra às 07,00 da manhã e só lá pelas 18,00 começa o caminho de retorno a casa?!...
Sei que vocês estão a pensar: o “cara é MUITO RADICAL”!
Talvez vocês tenham razão.
Ou será que são estes “DEUSES” que têm condições a MAIS, mimos a MAIS e TUDO a MAIS...?!
Que “pôrra” de MUNDO é este?!...
Já sei: é o dos ELEITOS e dos CAPAZES.
Que coisa: não era Hitler que PROCURAVA uma “raça assim”?!...

Bem, deixa ir ver as notícias pra saber que carro (CARRÃO...) escolheu o Cristiano Ronaldo.
Não é que ganhe nada com isso, mas sempre fico feliz se ele tiver mais que um Fiat Mille.
Ah, “GANDA CRISTIANO”!
Vales MAIS do que PESAS.

Nota de alone: os “coitados dos tenistas e do Cristiano” é que pagaram “as favas” do meu azedume diário.
Que culpa têm eles de eu ser um daqueles de R$700,00 (... acho que ainda faltam uns pozinhos...)?!...
PORCA MISÈRIA.
Que “culpa” têm eles?!...



Written and Posted by alone
Dated 06dez10

Carlos Ramos - Não venhas tarde

Não venhas tarde!,
Dizes-me tu com carinho,
Sem nunca fazer alarde
Do que me pedes, baixinho.

Não venhas tarde!,
E eu peço a deus que no fim
Teu coração ainda guarde
Um pouco de amor por mim.

Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,
Tu estás sentindo
Que te minto e sou cobarde,
Mas sabes dizer, sorrindo,
Meu amor, não venhas tarde!

Não venhas tarde!,
Dizes-me sem azedume,
Quando o teu coração arde
Na fogueira do ciúme.

Não venhas tarde!,
Dizes-me tu da janela,
E eu venho sempre mais tarde,
Porque não sei fugir dela

Tu sabes bem
Que eu vou p'ra outra mulher,
Que ela me prende também,
Que eu só faço o que ela quer,

Sem alegria,
Eu confesso, tenho medo,
Que tu me digas um dia,
Meu amor, não venhas cedo!

Por ironia,
Pois nunca sei onde vais,
Que eu chegue cedo algum dia,
E seja tarde demais!

Posted by alone

Dated 06dez10

O último poema


Assim eu quereria o meu último poema.
Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


Manuel Bandeira



Posted by alone


Dated 06dez10

domingo, 5 de dezembro de 2010

Mais do que Imaginei

Quis enganar meu coração
Mas foi em vão, a verdade vem e não dá
E eu só penso em te encontrar

Eu quero o teu amor

Se eu disser que perdi a direção
Se eu disser que machuquei meu coração
Quando eu disse não
Tudo que eu vejo só lembra você
E é impossível te esquecer

Por isso, vem amor

De tudo que vivi você foi mais
Do que eu imaginei ser capaz

Se eu tiver todo o teu calor outra vez aqui
Olhe bem para os meus olhos
Pra sentir, quanto eu sofri

Hoje eu sei que preciso de você
E não dá pra imaginar te perder

Eu amo o teu amor

De tudo que vivi você foi mais
Do que eu imaginei ser capaz

Nota de alone: SEMPRE ASSIM, não é...?!...

Posted by alone

Dated 05dez10

Já Bocage não sou!... À cova escura

Uma das suas "musas" continua a contemplá-lo na cidade de Setúbal e na Praça mais nobre da cidade: Praça du Bocage

Já Bocage não sou!... À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento...
Eu aos céus ultrajei! O meu tormento
Leve me torne sempre a terra dura.

Conheço agora já quão vã figura
Em prosa e verso fez meu louco intento.
Musa!... Tivera algum merecimento,
Se um raio da razão seguisse, pura!

Eu me arrependo; a língua quase fria
Brade em alto pregão à mocidade,
Que atrás do som fantástico corria:

Outro Aretino fui... A santidade
Manchei!... Oh! Se me creste, gente ímpia,
Rasga meus versos, crê na eternidade!


Bocage



Posted by alone


Dated 05dez10