Eu e SÓ EU...

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Alone

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Saudade


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.


Pablo Neruda


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Dated19fev11

Miguel Torga - "Adeus"

Miguel Torga... que TERRA de POETAS esta, MEU DEUS...!!!

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Dated19fev11

António Pinto Basto - Povo Sagrado

Riqueza de Terra, de Cultura, de Gentes... isto é PORTUGAL! Ahhh... e o FADO. o "nosso" FADO...!!!

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Dated19fev11

CONSULTÓRIO: “O que se passa comigo?”


J*** P++++ , C*****ã :

“O que se passa comigo?”

“Tenho 28 anos e sou sexualmente activo há dez. Mas agora ejaculo rapidamente e depois não consigo ter nova erecção. O que se passa comigo?”

Caro leitor, os problemas sexuais podem surgir repentinamente, depois de uma experiência que correu mal e fica marcada na sua memória. Por outro lado, outros factores podem influenciar a sua capacidade de ter relações sexuais e a penetração: ter um problema, estar cansado, ter bebido muito álcool. Um médico de família ou um urologista podem ainda pesquisar melhor se haverá causas fisiológicas, através de exames.




Disponha sempre
M++++ H&&&&& J>>>>>>



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Dated19fev11

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Aguaviva - Poetas andaluces (1975)

Um momento de ENORME emoção e de lembrar LUTAS "perdidas no tempo" ou, até, "já esquecidas"....!!!

Pero, donde los HOMBRES...?!...

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Dated18fev11

Os Pescadores

RAUL BRANDÃO in Os Pescadores

OLHÃO - Agosto -1922

“... Tenho de atravessar o Alentejo isolado e concentrado para chegar ao Algarve. É uma província farta, mas a aparência esquelética, a árvore triste a que arrancam a pele em vida, o monte solitário, meteram-me sempre medo. É a terra do ódio. Tudo em que a gente põe a vista é duro e hostil. Ainda o Alto Alentejo quer sorrir - mas o sorriso fica em meio, reservado e triste. Os pinheiros mansos agrupam-se e conversam baixinho uns com os outros para fugirem à solidão do deserto. ..No Baixo Alentejo, porém, os sobreiros, a cor da terra esfarrapada, o céu esbranquiçado, as lascas de pedra que reluzem como vidros negros e polidos, enchem a alma de monotonia e pesadelo. Uma grande fumarada levanta-se no fundo do deserto.

Os homens não se podem ver: um abismo separa o trabalhador do proprietário, que goza em Lisboa e que lhe deixa de quando em quando uma folha para desbravar. Desbravada, tira-lha. E esta solidão redu-lo a atroz realidade. Fica só e o ódio, sob a abóbada de pedra que encerra o extenso panorama, entregue ao tempo que não passa, à morte que não vem, à secura das almas, pior que a secura da terra. Resta-lhe o ódio: com o ódio enche o deserto e enche a própria vida. ..



De manhã saio em Olhão deslumbrado. Céu azul-cobalto - por baixo, chapadas de cal. Reverberação de sol, e o azul mais azul, o branco mais branco. Cubos, linhas geométricas, luz animal que estremece e vibra como as asas de uma cigarra. Entre os terraços, um zimbório redondo e túmido como um seio aponta o bico para o ar. E ao cair da tarde, sobre este branco imaculado, o poente fixa-se como um grande resplendor. É uma terra levantina que descubro; só lhe faltam os esguios minaretes. Duas cores e cheiro : branco, branco, branco, branco doirado pelo sol, que atingiu a maturidade como um fruto, pinceladas de roxo uniformes para as sombras, e um cheirinho suspeito a cemitério. O fruto que chega a este estado está a dois dedos do apodrecimento, e é talvez por isso que a ideia do sepulcro me não larga nas noites brancas e pálidas em que me julgo perdido num vasto campo funerário...

O céu aproxima-se de mim. Da açoteia chego às estrelas com a mão. A aragem do mar é tépida e o cheiro persiste... Voluptuosidade e morte... Tenho a sensação criminosa de apertar nos braços uma mulher que se entrega, no momento em que entreabre a boca sucumbida - num vasto campo-santo, onde os espectros imóveis e brancos, de sudário, olham e esperam. ..O fruto vai completar o seu destino. Cheira que tresanda.

Há meio século, Olhão, entranhado de salmoura e perdido no mundo, vivia só do mar. Todos se conheciam. Os que não eram marítimos, eram filhos ou netos de marítimos, contrabandistas uns e outros, pescadores costeiros e pescadores do alto que iam à cavala a Larache. A pesca costeira, a das caçadas, fazia-se com groseiras, grandes espinhéis, para o cachucho, o goraz, o safio, a carocha, o ruivo, a abrótea e a pescada; e com a arte da xávega, em calões e botes, puxando a tripulação o aparelho para terra, enquanto o arrais, numa pequena lancha, a calima, vigiava o lanço e dirigia a manobra. Havia muito peixe e a vida era extraordinária”...


(excerto do livro)

Posted by alone

Dated18fev11

Pelo Sonho é que vamos (ensaio)

Da POESIA de SEBASTIÃO da GAMA...

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Dated 18fev11

Meu País Desgraçado


Meu país desgraçado!...
E no entanto há Sol a cada canto
e não há Mar tão lindo noutro lado.
Nem há Céu mais alegre do que o nosso,
nem pássaros, nem águas ...

Meu país desgraçado!...
Por que fatal engano?
Que malévolos crimes
teus direitos de berço violaram?

Meu Povo
de cabeça pendida, mãos caídas,
de olhos sem fé
— busca, dentro de ti, fora de ti, aonde
a causa da miséria se te esconde.

E em nome dos direitos
que te deram a terra, o Sol, o Mar,
fere-a sem dó
com o lume do teu antigo olhar.

Alevanta-te, Povo!
Ah!, visses tu, nos olhos das mulheres,
a calada censura
que te reclama filhos mais robustos!


Povo anêmico e triste,
meu Pedro Sem sem forças, sem haveres!
— olha a censura muda das mulheres!
Vai-te de novo ao Mar!
Reganha tuas barcas, tuas forças
e o direito de amar e fecundar
as que só por Amor te não desprezam!



Sebastião da Gama



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Dated18fev11

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Diga BOM DIA com MOKAMBO. MOKAMBO, MOKAMBO... ai ai a "meninice"...!!!

Era uma vez...

Como já devem ter percebido "isto" é uma história num País do "supônhamos"!... Aliás, só podia ser assim, já que estamos em 2011 e TODOS nós sabemos que já NÃO HÁ mais conflitos entre trabalhadores, entre trabalhadores e empresários, etc., etc... e tal!

Hoje, felizmente, tudo isso está ultrapassado! Antigamente -nos tempos de nossos avós e nossos pais- é que havia muito daquelas "tricas" no trabalho: aquele "diz-se, diz-se" que tão MAU ESTAR provocava entre os trabalhadores no seio das empresas, das escolas, dos hospitais, etc. Como TODOS evoluímos -e BEM- hoje a HARMONIA e o BEM-ESTAR faz da nossa vida no trabalho um verdadeiro "MAR DE ROSAS". Até há quem -como EU- que "desconfie" daquilo que nos contaram os nossos antepassados. Como podia "lá ser ISSO"?!... Uma "cambada de intrujões", isso SIM!...

Bem, mas voltemos ao tal País do "supônhamos" nesta história que pretendo lhes contar. História, texto, redacção, emaranhado de idéias ou lá como lhe quiserem chamar!...

É, naturalmente, uma "coisa" fictícia, porque É... e "prontos"!...

Interpretes principais: a Maria Ivone ("Ivonette", para os amigos...), a Maria Callas ("CalhaTe", para quem não gosta NADA dela... e são MUITOS!...) e o Eugénio (um "alone" da vida...).

Começa a história ("estória" é mesmo só no Brasil...).

Eugénio que, desde as 8 horas da matina estava "dando duro" no atendimento a clientes internos e externos, aproveitou uma "pausa", cerca das 10 horas e foi buscar um cafézinho e, no caminho, solicitou às "colegas" Ivone e Callas, um pãozinho para aconchegar o estômago. A resposta veio rápida, curta, precisa e concisa da "Ivonette": "SÓ DEPOIS DAS 10h30...!!! 10h30 é 10H30 e ouvido isto, Eugénio, aproveitou para beber o caféziinho e ir até ao WC.

Quando voltava do "mijatório" -2 ou 3 minutos depois- Eugénio ARREGALOU os OLHOS, SACUDIU A CABEÇA e DESINTUPIU AS VIAS RESPIRATÓRIAS: não é que a "Ivonette" e a "CalhaTe" estavam a distribuir pãezinhos pelos "amigos do peto, peito, desculpem"...?!... Revoltado, distribuíu uns "pirôpos" pelas "lindinhas" que o tinham -minutos antes- mandado esperar pelas 10H30. Depois disso, voltou ao seu local de trabalho, contou o sucedido à chefe e... o dia CONTINUOU!...

Algum tempo depois, começou a notar que, aquí e alí, se formavam uns "grupinhos", sempre com a presença das "padeiras do supônhamos" mas, pensou que, poderia ser causado pela saída do Ronaldo Fenómeno do mundo do "pontapé na bola" ou, quem podia advinhar, de algum "outro fenómeno" de natureza trabalhista ou "similar".

Com o decorrer do dia, Eugénio, começou a estranhar que alguns "colegas" o evitassem ou -até mesmo- NÃO O VISSEM, sequer! "Bolas", pensava: "os óculos estão realmente caros mas o "pessoal" anda a investir pouco na saúde oftalmológica"!... Mas, como um "alone", pensou que um outro dia se seguiria e que, certamente, esse iria ser melhor!...

Dito e FEITO...!!!

Eugénio. pela manhã, foi informado que "Ivonette" estava inconsolável e que tinha "oficializado" uma queixa do sucedido à Direcção e que, essa mesma Direcção, memo sem o contactar, JÁ SABIA toda a VERDADE do SUCEDIDO!... Aí, Eugénio, porque também sabe escrever e contar até 10 (pelo menos...), escreveu no mesmo livro em que "Ivonette" o havia feito, o que ia na ALMA...! Mas, ao longo do dia, ouviu e ouviu "coisas" sobre o ASSUNTO e continuou a ver os "montinhos" de "colegas", constantemente, a "fazerem-se e desfazerem-se" e, quando Eugénio dizia "BOM DIA" ou "BOA TARDE", a resposta -quando surgia- era dada com boca "semi-cerrada". Outras vezes, mesmo, de "boca cerrada"!...

Mesmo num País de "supônhamos": Eugénio, estás "LIXADO"!!!

Porque é ele desconhecedor da hierarquia da distribuição de pães?! Porque OUSOU ele em dizer em "VOZ ALTA" aquilo que TANTA GENTE só dizia em "SURDINA"?!... Porque é ele, Eugénio, desconhecedor desta PAZ SOCIAL INSTITUÍDA num local de trabalho?!... BURRO, Eugénio...!!! Três vezes BURRO...!!!

Feliz a empresa, a escola, o hospital que NÃO TEM EUGÉNIOS ao seu serviço.

Felizes aqueles que podem apoiar as "Ivonettes" e as "CALHATE" mesmo num PAÍS do "SUPÔNHAMOS"!...

Amén.

Written and Published by alone

Dated16fev2011

Ricardo Rocha e Jaime Santos Jr (GUITARRA PORTUGUESA)

Quando a Guitarra Portuguesa é "tratada" assim... que dizer?!...

Posted by alone

Dated16fev11

Beco sem saída



A jornada de Sónia havia, finalmente, chegado ao fim. Valera-lhe o mesmo de sempre, mas não devia queixar-se, sabia de cor o fim do seu trabalho: manter-se viva e palidar as incertezas tão certas que a acompanhavam ao longo da sua biografia. Então meteu-se no autocarro, e pôs-se logo a conversar qualquer coisa com uma mulher que se achava ao seu lado (provavelmente colega sua). A sua interlocutora colaborou vivamente. Talvez por medo daquela estrada que dava ao inferno: quanto mais se aproximavam do destino, menos luz havia e menos gente as acompanhava.

Mas chegaram. E Sónia pôde fugir das meditações em torno de seu ofício e de sua existência que fazia sempre que se achava sozinha e quando sentia que seus companheiros de viagem tinham a mesma cara que a sua, a de tristeza. “O convívio pode não resolver os problemas, mas os adia. E se calhar quando os reencontrarmos estaremos menos frágeis,” pensava.

E então estava na hora de ir para cama. Já não era longe. Andou uns poucos passos e deteve-se num portão. Os seus 1.60 de altura não bastavam para ver, por cima deste, o que acontecia no interior da casa. Mas pôde ver lâmpadas acesas e ouvir vozes de pessoas a conversar. Com destreza de ladrões experientes abriu o portão e dirigiu-se ao cubículo que estava no fundo do quintal da casa. Aqui é que era sua casa. Tirou, do ombro, a pesada bolsa e sentou-se no degrau da porta para apanhar um ar. Mas este estava frio, fustigando suas pernas desnudas e seus bracinhos. Levantou-se, às pressas, para reencontrar o conforto do seu lar (abafado por aquelas alturas) , mas a porta abriu-se com facilidade e rapidez espantosas, sem precisar da chave. Assustou-se. E ficou largos segundos com medo de acender a lâmpada. Que seria?

Finalmente colocou a mão o interruptor. Não por coragem: não sentiu a cama que ficava mesmo na entrada. Acendeu aquela lâmpada que mais assombrava que iluminava para confirmar o facto. Não ousou emitir um som qualquer que exprimisse seu desespero. Quem é que o ouviria? Chorou para si mesma tudo que pode, em todas posições, até ver, num dos cantos do cubículo vazio, um papel sujo e amarfanhado, que não teria o convidado para seu pranto se não tivesse pensado no porquê de terem levado tudo e deixado somente aquilo. Arrastou-se até ele e leu: “desculpa-me, Sónia. Deixaste-me sem saída.”

O bilhete não a abalou. Havia carregado tanto peso, que custava acrescentar uns quilinhos? E ficou ali, calma, já sem chorar. Não a assustavam mais aquelas quatro paredes horrendas e aquele tecto decadente, pelo qual via as estrelas sem o brilho habitual. Elas eram ofuscadas pela cacimba e ela nunca se desembaraçara de suas coisas, as coisas da vida.

Ao amanhecer, dona Joana, a proprietária do cubículo e da casa grande, dirigiu-se aos fundos do seu quintal para cobrar mensalidades atrasadas. A sua paciência esgotara-se, estando decidida a expulsar a inquilina. Aliás, nenhuma das desculpas de Sónia a haviam convencido. “Como é que ela não pode me pagar se faz dinheiro todos dias,” pensava. Seus filhos a acompanharam, dispostos a intervir caso fosse necessário o uso de seus músculos. Mas aquele aparato era desnecessário. Encontraram Sónia a flutuar, apoiada apenas por uma corda que partia do pescoço e terminava numa daquelas janelas altas e sem vidros.

Houve o habitual susto de quem vê, inesperadamente, um morto. Os filhos de dona Joana saíram sem sequer se preocupar em confirmar a dona do cadáver. Horrorizou-lhes aquele olhar de espanto e fixo no nada. Dona Joana, tentando entender qualquer coisa, viu o papel sujo e amarfanhado algures e, com medo do seu conteúdo, leu: “desculpa-me por fazer isto na sua casa. Não tive alternativa.”


(Mantida a grafia original)


Adérito Mazive


O escritor (1985) reside na cidade de Maputo, Moçambique. Não tem livros publicados.


Posted by alone

Dated16fev11

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Prazer é natural



Prazer é natural
Com quem e como você aprendeu a fazer sexo? Resolva o assunto de uma vez por todas


Por Sérgio Savian*





O brasileiro é reconhecidamente um poco com muita energia sexual. Mas, apesar de gostarmos da “coisa”, nem por isso vivenciamos tranqüilamente essa questão. Com nossa educação bastante preconceituosa em relação ao sexo, formamos uma mentalidade machista e contrária à sexualidade saudável e natural. O sexo pode ser feito de várias formas, com o coração aberto ou não, mas para que o seja cada vez melhor, precisamos sair da repressão das nossas mentes e, principalmente, dos nossos corpos.

Durante muito tempo, a humanidade viveu regida por normas e crenças bastante rígidas e moralistas sobre o sexo. Com este ponto de vista você deixa de vê-lo como uma manifestação natural de expressão e prazer e cria um doentio sentimento de culpa. Ainda hoje o sexo é visto por muitos como algo sujo, mórbido, vergonhoso e que deve ser escondido. Prova disso é que usamos palavras que se relacionam com nossos órgãos sexuais em situações de ofensa.

De algumas décadas para cá, porém, iniciou-se uma rebelião, com a liberação do sexo e uma espécie de corrida desenfreada para recuperar o tempo perdido. Mas com toda a liberação, que sem sombra de dúvida é uma evolução em relação à repressão vivida por tantos anos, ainda se vive a sexualidade de forma bastante primária. Ao contrário disso, a prática sexual pode ser feita com muita alegria, consciência e sabedoria. É possível obter o mais alto grau de prazer e, ao mesmo tempo, usar o sexo para o crescimento pessoal.

Com quem e como você aprendeu a fazer sexo? Na melhor das hipóteses, a gente acaba descobrindo a vida sexual com a própria experiên­cia. Lógico que temos um lado instintivo e natural que aponta o caminho. Mas podemos evoluir muito com o passar da vida. É bem capaz que você tenha adquirido muito pudor. É importante saber que o sexo pode ser feito com mais ou com menos qualidade e você sabe disso.

Quantas vezes foi parar perto da Lua ou de Marte em uma relação sexual? E quantas vezes também você o fez de um jeito medíocre?

O sexo pode ser visto com alegria, mais como uma dança ou uma melodia. Para isso há que ter humildade para estar sempre aberto a revisões. Se você não está acostumado a questionar sua vida e a forma com que faz o sexo, vai continuar sempre agindo do mesmo modo e conseqüentemente estará perdendo muita experiência e prazer.

O melhor do sexo acontece quando você tem uma boa relação com o corpo e consigo mesmo. E para chegar à maturidade sexual é preciso que você se liberte da culpa e das limitações preconceituosas que foram impostas em sua formação.

Quando você faz um sexo mais consciente do seu corpo, das suas emoções e do seu fluxo de energia, resolve muitos dos seus problemas, como a ejaculação precoce ou mesmo a dificuldade de chegar ao orgasmo, além do quê, evolui para um grau de prazer que não imaginava.

Uma vida sexual bem realizada é motivo de bom humor e disposição também para viver tudo a que se tem direito. É muito importante que esse assunto esteja bem resolvido. A partir daí podemos criar ânimo para as demais áreas da vida. As pessoas que têm vida sexual saudável são coradas, alegres e criativas. Já aquelas que suprimem o sexo não têm muita vitalidade.

Uma pessoa que tem uma boa vida sexual torna-se magnética e ativa. Além disso, ocorre uma verdadeira alquimia interior, vitalizando todas as células do corpo, e por isso você se sente mais jovem.


* Sergio Savian é terapeuta sexual, autor do livro "Manual do êxtase sexual", que está à venda no site www.sergiosavian.com.br. Savian também é autor de "Sexo: exercícios para o êxtase sexual", "Que delícia: paquera e sexo de qualidade", "Paquera: brincadeira de gente grande", dentre outros.


Recebido por e-mail do site maisde50.com.br


Nota: é bom estarmos actualizados neste assuntos "delicados" do SEXO. E sempre a par, também...!!!


Posted by alone

Dated15fev11

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

CARLOS DO CARMO - "FADO DA SAUDADE"

Prémio *GOYA* - "Fado da Saudade" - CARLOS DO CARMO (vidé vídeo)

Quem tem um País destes e cantores deste gabarito, NUNCA por NUNCA pode ser um País "pobre"...!!!

Posted by alone

Dated14fev11

Camões dirige-se aos seus contemporâneos *



Podereis roubar-me tudo:
as ideias, as palavras, as imagens,
e também as metáforas, os temas, os motivos,
os símbolos, e a primazia
nas dores sofridas de uma língua nova,
no entendimento de outros, na coragem
de combater, julgar, de penetrar
em recessos de amor para que sois castrados.
E podereis depois não me citar,
suprimir-me, ignorar-me, aclamar até
outros ladrões mais felizes.
Não importa nada: que o castigo
será terrível.
Não só quando
vossos netos não souberem já quem sois
terão de me saber melhor ainda
do que fingis que não sabeis,
como tudo, tudo o que laboriosamente pilhais,
reverterá para o meu nome.
E mesmo será meu,
tido por meu, contado como meu,
até mesmo aquele pouco e miserável
que, só por vós, sem roubo, haveríeis feito.
Nada tereis, mas nada: nem os ossos,
Que um vosso esqueleto há-de ser buscado,
para passar por meu.
E para os outros ladrões,
Iguais a vós, de joelhos, porem flores no túmulo.



Jorge de Sena **

Sobre o Autor

** Escritor português, licenciado em Engenharia Civil, nasceu em Lisboa em 1919, radicou-se no Brasil em 1959 e nos Estados Unidos da América em 1965, onde veio a falecer em 1978. Tem uma vasta obra de ficção, drama, ensaio e poesia.



Posted by alone

Dated14fev11

Borboletas



Muitas vezes, passamos um longo tempo de nossas vidas correndo desesperadamente atrás de um amor, de um emprego, de uma casa, de uma amizade... E não conseguimos!
Será que não conseguimos mesmo ou não percebemos os sinais que recebemos... de que ainda não estamos prontos! Preste atenção nesta mensagem sobre borboletas... Ela vai te ensinar muito.
"Não corra atrás de borboletas. Cuide de seu jardim e elas virão até você!"
Devemos compreender que a vida segue seu fluxo e que ele é perfeito. Tudo acontece no seu devido tempo. Nós é que nos tornamos ansiosos e estamos constantemente querendo "empurrar o rio".
Calma! O rio vai sozinho, obedecendo ao ritmo da natureza. Se passarmos todo o tempo desejando as borboletas e reclamando porque elas não se aproximam da gente, mas vivem no jardim do nosso vizinho, elas realmente não virão. Mas, se nos dedicarmos a cuidar do nosso jardim, a transformar o nosso espaço, a nossa vida, num ambiente agradável, perfumado e bonito, será inevitável.
As borboletas virão até nós... Dê o que você tem de melhor e a vida lhe retribuirá!
Nota: não sou muito apologista de blogs, sites e outras "coisas afins" com aspectos MOTIVACIONAIS. Porquê?!... Ah, porque penso que a VERDADEIRA MOTIVAÇÂO não vem só de NÓS mas de tudo o que nos rodeia, De que serve estar eu a incutir numa camada pobre da população algo que diga que se fizer "isto ou aquilo", um dia, mais tarde, a vida acabará por lhe SORRIR. 1 caso em 1000 não é "sinal" que, com MOTIVAÇÃO, "as coisas" caminharão melhor. Sem o motivacional ou com o motivacional, NUNCA conseguirei ajudar alguém que esteja próxima do "abismo". Que poderes eus possuo?! Quem eu SOU, realmente?!...
Motivacional é você viver em PAZ consigo mesmo e que os outros o(a) deixem caminhar. Pelo menos, sem vos CHATEAR...!!! E, depois, o resto que você vai conseguindo...!!! O PARAÍSO não é MOTIVACIONAL. Ele é construído bem aquí na Terra. O resto são "cantigas"...!!!
Posted by alone
Dated14fev11

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Os Portugueses e o Mar

O MAR, sempre o MAR... O MAR PORTUGUÊS...!!!

PORTUGAL, SEMPRE...!!!

Posted by alone

Dated11fev11

O Futuro


Aos Domingos, iremos ao jardim.
Entediados, em grupos familiares,
Aos pares,
Dando-nos ares
De pessoas invulgares,
Aos Domingos iremos ao jardim.
Diremos nos encontros casuais
Com outros clãs iguais,
Banalidades rituais
Fundamentais.
Autómatos afins,
Misto de serafins
Sociais
E de standardizados mandarins,
Teremos preconceitos e pruridos,
Produtos recebidos na herança
De certos caracteres adquiridos.
Falaremos do tempo,
Do que foi, do que já houve...
E sendo já então
Por tradição
E formação
Antiburgueses
- Solidamente antiburgueses-,
Inquietos falaremos
Da tormenta que passa
E seus desvarios.

Seremos aos domingos, no jardim,
Reaccionários.


Reinaldo Ferreira


Posted by alone

Dated12fev11