Eu e SÓ EU...

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Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Dos JORNAIS e da NET...







Este é um comentário na NET de 1 leitor para outros sobre Otelo e a sua afirmação "Se soubesse NÃO FAZIA 0 25 de Abril" e a subsequente resposta da "socialista" e historiadora Irene Pimentel. Avançemos...

"...Não se pode comparar o regime actual com o salazarismo. A miséria não tinha comparação, a população era analfabeta, mais do que a 4ªclasse só nas capitais de distrito, não havia médicos, quase metade das crianças morriam até aos 5 anos,mais de metade dos meus colegas de escola andavam descalços punham remendos nas calças andava-se com uma bucha de pão na algibeira, não se comia carne,galinha só pelo Natal e juntar a tudo isto havia a Pide e os bufos que podiam ser os vizinhos.
Eram tempos de miséria e terror.
Agora há muito ladrão, mas podemos chamar-lhes sem medo de aparecer às 7 da manhã a brigada da Pide...".

Fonte: http://clix.expresso.pt/irene-pimentel-otelo-nao-e-dono-da-revolucao-video=f645228








Posted by alone

Dated25apr2011

Para Aquém de Abril



Entardeceram
nos umbrais da aurora
as memórias do teu rosto
Abril...
Nunca mais soprou o vento
depois
de Novembro
a vida
petrificou-se na inconstância
do rio...
não mais navegam
o teu sorriso
de florestas virgens


Hoje
passeio atónito
na neblina
das montanhas

fluir no tempo
na inércia da aventura
sonhar parado
no caminho em movimento

vir à estrada
e saber oscilar no horizonte
ser a terra
o mar
o sol
e a boca
cantar poema aberto
esperança viva
olhar o homem disperso
e cantá-lo
com a herança do ventre
reinvento-me
e não passo da superfície
deste mar austero

nos flancos do dia
arde o inatingível
torno a inventar

(o desfraldar das areias
vai-se consumindo
até que o sol nasça)


Francisco Duarte
Afluentes de Liberdade
Edições Milho Rei




Posted by alone


Dated25apr2011