Mais que o dia-a-dia, uma experiência de vida, de um cidadão absolutamente "normal". Um Cidadão do Mundo, Português de nascimento e opção. SEMPRE!
Eu e SÓ EU...
Alone
Chegar ou partir...
Como EU sou...
Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!
Em 24/03/2016
Provérbios
“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)
PORTRAIT
Gedeão
A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
terça-feira, 22 de outubro de 2013
DE "VOLTA"...!!!
Olá, "AMIGA(O)S...
tarde -ou mesmo muito tarde- VOLTEI de novo ao meu Blog.
Por enquanto ainda ando a "apalpar"terreno porque "isto" mudou bastante desde que optei por outros caminhos e, por isso, não esperem para já MUITO de mim...!..
Certo...?!
UM ABRAÇÃO deste PORTUGUÊS a viver/trabalhar no Brasil.
Vamos, agora, reatar velhas AMIZADES e iniciar outras novas.
É a VIDA...!
Abração do
Antonio Rui.
tarde -ou mesmo muito tarde- VOLTEI de novo ao meu Blog.
Por enquanto ainda ando a "apalpar"terreno porque "isto" mudou bastante desde que optei por outros caminhos e, por isso, não esperem para já MUITO de mim...!..
Certo...?!
UM ABRAÇÃO deste PORTUGUÊS a viver/trabalhar no Brasil.
Vamos, agora, reatar velhas AMIZADES e iniciar outras novas.
É a VIDA...!
Abração do
Antonio Rui.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O paradoxo do nosso tempo

O paradoxo do nosso tempo na história é que aumentamos a altura dos edifícios e diminuímos nossa calma, alargamos as estradas, e estreitamos nossos pontos-de-vista.
Nós gastamos mais, e temos menos, compramos mais, e aproveitamos menos.
Nós temos casas maiores e famílias menores. Mais facilidades, menos tempo.
Nós temos mais graduações e menos compreensão, mais conhecimento e menos juízo, mais especialistas e ainda mais problemas, mais medicina e menos bem-estar.
Nós bebemos muito, fumamos mais, gastamos imprudentemente, rimos muito menos, dirigimos muito rápido, temos mais fome, trabalhamos até mais tarde, ficamos cada vez mais cansados, lemos menos, assistimos demais a TV e raramente rezamos.
Nós temos multiplicado nossas posses, e reduzido nossos valores.
Nós falamos demais, raramente amamos, e odiamos frequentemente.
Nós aprendemos como ganhar a vida, mas não aprendemos a viver.
Acrescentamos anos à vida, e não VIDA aos anos.
Fizemos o caminho completo ida e volta até a lua, mas não conseguimos atravessar a rua para dar as boas vindas ao novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não conquistamos o espaço interior.
Fazemos coisas demais, e não coisas melhores.
Até conseguimos purificar o ar, mas poluímos nossa alma.
Dominamos o átomo, e não dominamos nosso preconceito.
Escrevemos mais, aprendemos menos.
Planejamos mais, cumprimos menos.
Aprendemos a agilizar, mas não sabemos esperar.
Construímos mais computadores para lidar com mais informação, para produzir mais e mais cópias, mas nos comunicamos menos e menos.
Este é o tempo do fast-food e da digestão lenta, dos grandes homens e do pequeno caráter, dos lucros exorbitantes e das relações vazias.
Estes são os dias das múltiplas fontes de renda e dos divórcios, das casas chiques e dos lares destruídos.
Estes são os dias das viagens rápidas, das fraldas descartáveis, da moralidade descartável, dos ficantes de uma noite, dos corpos acima do peso, e das pílulas que fazem tudo, que alegram, que acalmam, que matam.
É um tempo onde há muito na vitrine e pouco no estoque.
Tradução e adaptação livre (beeem livre) de Ronaud Pereira do texto original de Jeff Dickson em inglês.
Estava eu todo empolgado, crente que a mensagem acima era do gênio do humor americano George Carlin (Assista a um dos vídeos impagáveis dele). Porém este site desmente esta falsa autoria e a corrige para o Pastor da Igreja Cristã de Overlake, Jeff Dickson. Como se pode ver, não são só os Jabores, Veríssimos e Einsteins da vida que têm seus nomes usados para valorizar textos alheios.
Fonte: http://www.ronaud.com/
Nós gastamos mais, e temos menos, compramos mais, e aproveitamos menos.
Nós temos casas maiores e famílias menores. Mais facilidades, menos tempo.
Nós temos mais graduações e menos compreensão, mais conhecimento e menos juízo, mais especialistas e ainda mais problemas, mais medicina e menos bem-estar.
Nós bebemos muito, fumamos mais, gastamos imprudentemente, rimos muito menos, dirigimos muito rápido, temos mais fome, trabalhamos até mais tarde, ficamos cada vez mais cansados, lemos menos, assistimos demais a TV e raramente rezamos.
Nós temos multiplicado nossas posses, e reduzido nossos valores.
Nós falamos demais, raramente amamos, e odiamos frequentemente.
Nós aprendemos como ganhar a vida, mas não aprendemos a viver.
Acrescentamos anos à vida, e não VIDA aos anos.
Fizemos o caminho completo ida e volta até a lua, mas não conseguimos atravessar a rua para dar as boas vindas ao novo vizinho. Conquistamos o espaço exterior, mas não conquistamos o espaço interior.
Fazemos coisas demais, e não coisas melhores.
Até conseguimos purificar o ar, mas poluímos nossa alma.
Dominamos o átomo, e não dominamos nosso preconceito.
Escrevemos mais, aprendemos menos.
Planejamos mais, cumprimos menos.
Aprendemos a agilizar, mas não sabemos esperar.
Construímos mais computadores para lidar com mais informação, para produzir mais e mais cópias, mas nos comunicamos menos e menos.
Este é o tempo do fast-food e da digestão lenta, dos grandes homens e do pequeno caráter, dos lucros exorbitantes e das relações vazias.
Estes são os dias das múltiplas fontes de renda e dos divórcios, das casas chiques e dos lares destruídos.
Estes são os dias das viagens rápidas, das fraldas descartáveis, da moralidade descartável, dos ficantes de uma noite, dos corpos acima do peso, e das pílulas que fazem tudo, que alegram, que acalmam, que matam.
É um tempo onde há muito na vitrine e pouco no estoque.
Tradução e adaptação livre (beeem livre) de Ronaud Pereira do texto original de Jeff Dickson em inglês.
Estava eu todo empolgado, crente que a mensagem acima era do gênio do humor americano George Carlin (Assista a um dos vídeos impagáveis dele). Porém este site desmente esta falsa autoria e a corrige para o Pastor da Igreja Cristã de Overlake, Jeff Dickson. Como se pode ver, não são só os Jabores, Veríssimos e Einsteins da vida que têm seus nomes usados para valorizar textos alheios.
Fonte: http://www.ronaud.com/
Posted by alone Dated10nov2011
Postado por
RUI
às
09:04
7
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook
Compartilhar com o Pinterest
Marcadores:
a vida e os contornos
,
compreensão
,
gastar.
,
paradoxo nosso tempo
Frase de PAZ

Em nome da paz, começam guerras. Não têm vergonha?
(Nikki Giovanni)
Fonte: http://www.euroresidentes.com/
Fonte: http://www.euroresidentes.com/
Posted by alone Dated10nov2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
No Fundo Somos Bons Mas Abusam de Nós

O comum das gentes (de Portugal) que eu não chamo povo porque o nome foi estragado, o seu fundo comum é bom. Mas é exactamente porque é bom, que abusam dele. Os próprios vícios vêm da sua ingenuidade, que é onde a bondade também mergulha. Só que precisa sempre de lhe dizerem onde aplicá-la. Nós somos por instinto, com intermitências de consciência, com uma generosidade e delicadeza incontroláveis até ao ridículo, astutos, comunicáveis até ao dislate, corajosos até à temeridade, orgulhosos até à petulância, humildes até à subserviência e ao complexo de inferioridade. As nossas virtudes têm assim o seu lado negativo, ou seja, o seu vício. É o que normalmente se explora para o pitoresco, o ruralismo edificante, o sorriso superior. Toda a nossa literatura popular é disso que vive.
Mas, no fim de contas, que é que significa cultivarmos a nossa singularidade no limiar de uma «civilização planetária»? Que significa o regionalismo em face da rádio e da TV? O rasoiro que nivela a província é o que igualiza as nações. A anulação do indivíduo de facto é o nosso imediato horizonte. Estruturalismo, linguística, freudismo, comunismo, tecnocracia são faces da mesma realidade. Como no Egipto, na Grécia, na Idade Média, o indivíduo submerge-se no colectivo. A diferença é que esse colectivo é hoje o puro vazio.
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'
Mas, no fim de contas, que é que significa cultivarmos a nossa singularidade no limiar de uma «civilização planetária»? Que significa o regionalismo em face da rádio e da TV? O rasoiro que nivela a província é o que igualiza as nações. A anulação do indivíduo de facto é o nosso imediato horizonte. Estruturalismo, linguística, freudismo, comunismo, tecnocracia são faces da mesma realidade. Como no Egipto, na Grécia, na Idade Média, o indivíduo submerge-se no colectivo. A diferença é que esse colectivo é hoje o puro vazio.
Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 2'
Posted by alone Dated08nov2011
Postado por
RUI
às
08:40
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook
Compartilhar com o Pinterest
Marcadores:
literatura Portuguesa
,
mas abusam de nós
,
no fundo
,
Somos todos bons
,
vergílio ferreira
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Abraça-me

Abraça-me. Quero ouvir o vento que vem da tua pele, e ver o sol nascer do intenso calor dos nossos corpos. Quando me perfumo assim, em ti, nada existe a não ser este relâmpago feliz, esta maçã azul que foi colhida na palidez de todos os caminhos, e que ambos mordemos para provar o sabor que tem a carne incandescente das estrelas. Abraça-me. Veste o meu corpo de ti, para que em ti eu possa buscar o sentido dos sentidos, o sentido da vida. Procura-me com os teus antigos braços de criança, para desamarrar em mim a eternidade, essa soma formidável de todos os momentos livres que a um e a outro pertenceram. Abraça-me. Quero morrer de ti em mim, espantado de amor. Dá-me a beber, antes, a água dos teus beijos, para que possa levá-la comigo e oferecê-la aos astros pequeninos.
Só essa água fará reconhecer o mais profundo, o mais intenso amor do universo, e eu quero que delem fiquem a saber até as estrelas mais antigas e brilhantes.
Abraça-me. Uma vez só. Uma vez mais.
Uma vez que nem sei se tu existes.
Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'
Fonte: http://www.citador.pt/
Só essa água fará reconhecer o mais profundo, o mais intenso amor do universo, e eu quero que delem fiquem a saber até as estrelas mais antigas e brilhantes.
Abraça-me. Uma vez só. Uma vez mais.
Uma vez que nem sei se tu existes.
Joaquim Pessoa, in 'Ano Comum'
Fonte: http://www.citador.pt/
Posted by alone Dated03nov2011
Postado por
RUI
às
08:22
1
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook
Compartilhar com o Pinterest
Marcadores:
abraça-me
,
joaquim pessoa
,
poesia portuguesa
,
se tu existes
,
uma vez só
terça-feira, 1 de novembro de 2011
... “E depois do Adeus”...!!!

Tudo se conjuga para que, o meu actual casamento, tenha chegado ao fim!...
Depois de hesitações, de momentos de tensão, de desamores, de muitas e muitas “falhas” dos dois lados, creio eu (e digo creio porque é difícil, muitas vezes, saber o que a minha “ainda” mulher “acorda” ou “deixa de acordar”...!) que tudo se encaminha para o termo dum casamento ERRADO e com premissas, à partida, TOTALMENTE ERRADAS!...
Como já disse muitas vezes, sou um apoiante “incondicional” do casamento porque é, para mim, uma instituição CREDÍVEL para um casal em perfeita simbiose de idéias, de projeções, de um estilo de vida “compartilhado”, com amor e amizade salutares, companheiros entrosados e de bem com a vida...! Casar não é um “tormento”... é, uma “atitude” a dois, tomada em determinada altura de uma relação! E se o “casamento” der “errado”... perguntarão aqueles que “desconfiam” deste “passo na vida”...?!... Como tantas coisas na vida, também “esta” pode não “dar certa”... e, depois...?! É, com “medo d’isso” que as pessoas passaram a “evitá-lo” ou para se tornar mais fácil uma “mais que possível separação”...?! Sejamos honestos e francos “nestas coisas”, certo...?!
Muitas e muitas vezes aquele período que é convencionado como “de namoro”, é um período “falso”!... Dizem-se coisas que se sabe não serem possíveis à partida, mistura-se sexo com amor, misturam-se emoções e sentimentos, mente-se e, a partir daí, o casamento é “já” um “barril de pólvora” prestes a explodir mal se inicia!... Foi o casamento que “falhou”...?! Não... “houve falhas”, muitas vezes a dois, e isso fez com que tudo “ruísse”, sem ser até, necessário, muito tempo pra isso “acontecer”...!
Com o “falhanço”, o que se pode fazer -se não houver “um consenso” mínimo para levar o casamento um pouco “mais além”- é, sem grandes roturas e sem “ferir” muito um e outro, procurar uma “nova forma” de viver e de ser feliz e de... AMAR...!!!
Será isso... “pedir MUITO”...?!
Nota Final 1: depois de “isto” ser um dado de “compromisso”, entre ambas as partes, há 2 ou 3 dias atrás, ONTEM, tudo voltou à “cepa torta”, ou seja, a senhora diz que não aceitou nada mas que porém, todavia, contudo, etc...! Enfim, isto não é “terra mesmo para COMPROMISSOS”...!!!...
Nota Final 2: este Artigo esteve para ser inicialmente publicado em 09OUT2011 e foi, consecutivamente ADIADO, pelas razões acima expostas. Vai ser nesta data PUBLICADO porque, afinal, a razão chegou e tudo está já a ficar “devidamente encaminhado”.
Nota Final 2: este Artigo esteve para ser inicialmente publicado em 09OUT2011 e foi, consecutivamente ADIADO, pelas razões acima expostas. Vai ser nesta data PUBLICADO porque, afinal, a razão chegou e tudo está já a ficar “devidamente encaminhado”.
Written in 08oct11 and Published in 01nov2011 by alone
Postado por
RUI
às
15:09
4
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook
Compartilhar com o Pinterest
Marcadores:
adiar
,
amar
,
casamento
,
compromissos
,
consensos
,
e depois do adeus
,
final
Assinar:
Postagens
(
Atom
)

