Eu e SÓ EU...

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Alone

Chegar ou partir...

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

No BRASIL – Um menino de 10 anos “atira”a MATAR na Professora e... SUICIDA-SE!...





Há daquelas coisas que NUNCA me passaram pela cabeça que “poderiam” acontecer.
Nasci em 1951, em Portugal. Infelizmente, nasci com o País em Ditadura “feroz” e “habituei-me” a algumas “cenas” que, uma criança, NUNCA deveria ter visto. Mas TUDO era “permitido” para reprimir, mesmo que, efectivamente, “nada houvesse” para reprimir. Mas “bater no Povo” era uma das diversões das Polícias de então (será que “agora” já não...?!) e “valendo-se” da Autoridade... faziam-no amiudadas vezes! Em “excesso”, mesmo...!!! Sabia –por amigos- na Escola que o pai/tio/avô tinha sido “engavetado” pela “calada da noite”!
Nas Escolas primárias (no Brasil: Fundamental) havia Professores... e “senhores Professores”...! Quantas vezes a punição não fazia parte do “ensinamento”...?! A Ditadura “ajudava”: os Professores tinham de “reprimir tudo á nascença”! Nada como “educar” para depois, então, se formar um “bom cidadão do Regime”, pois então...!!! Outros Professores NADA tinham a ver com essa “linha dura e autoritária” e “faziam-nos” sentir isso mesmo.
Os tempos mudaram em Portugal e no Brasil. Felizmente que a Democracia trouxe uma “aragem diferente” e, muito em especial, na Educação! Só que em Democracia também não vale jogar o jogo do “VALE-TUDO”... isso, NÃO!... Alunos (numa “quantidade” significativa...!) tornaram-se “pouco dóceis” e, sejamos francos, também há HOJE, Professores e “Professores”...! Uns e outros, tantas vezes, parecem ensaiar o jogo do gato e do rato... e, quantas vezes, não sabemos quem é o gato e quem é o rato...?! TANTAS vezes...!!!
Ontem, quando cheguei a casa, fui “surpreendido” (embora, hoje em dia, quase NADA me “surpreenda” –diga-se...) com a notícia de um aluno no ABC Paulista (São Caetano do Sul) que alvejou a professora pelas costas e, perante o alvoroço geral gerado, veio até cá fora da sala de aula e... suicidou-se!
Um “menino” de 10 (dez) anos...!!!
Neste Mundo em que a inversão de valores é por demais evidente (só não a vêm os Políticos...!), não vou estar para aqui nem com “moralidades” nem com “juízos” dessa situação! Só digo isto: um “menino” de 10 anos atirou a matar na Professora e... suicida-se!


O que é “isto”...?
RESPOSTA: “foi só isto”: um “menino-aluno” de 10 anos que atirou a matar na Professora e SE SUICIDA!...
Pra onde caminhamos “neste ritmo”...?!
Para o suicídio COLECTIVO ou para uma sociedade que já NÃO TEM MAIS “MENINOS”, “PROFESSORES”... que NÃO TEM NADA...?!
Caminhamos... e só isso!...
Aconteceu “tudo isto” no último dia do Inverno Brasileiro. Teria começado, HOJE mesmo, a Primavera...?!


Com "isto" de ontem, sinceramente, eu NÃO acredito...!!!





Written and Published by alone Dated23sep2011



sábado, 23 de julho de 2011

Keith Jarrett - Summertime




alone: SUMMERTIME em PORTUGAL, WINTER no BRASIL... é a lei das "compensações"...!!!


Excelente a interpretação de KEITH JARRETT... !!!


Que tenham um EXCELENTE Fim-de-Semana e que continuem a vir até ao alone e deixem, de quando em vez, um comentáriozinho... é PEDIR MUITO...?!


Abração.



Posted by alone Dated23jul2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Uma Galinha



Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.

Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.

Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.

Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre.

Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se pode­ria contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.

Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, pare­cia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:

— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem!

Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:

— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!

— Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros.

Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.

Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.

Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.

Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.

Clarice Lispector

Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco — Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”.






Posted by alone Dated20jul2011


quarta-feira, 8 de junho de 2011

HORA DE OUVIR OS ELEFANTES







A tragédia do Tsunami trouxe uma lição. Perdida no meio do oceano de notícias, soube-se que no Yala National Park, Sri Lanka, bem no meio de uma regiões mais afetadas pela mega onda, nenhum animal foi encontrado morto!

Repito: num parque onde havia 19 Km de praias, habitadas por centenas de elefantes, leopardos, pássaros, coelhos... ninguém morreu!

Verificou-se com espanto que antes da chegada do maremoto os animais, por alguma razão ainda não esclarecida, se deslocaram da praia e das áreas mais baixas, para a parte mais alta do parque. As águas chegaram a entrar 3 Km parque a dentro. Mas ali não havia ninguém. Ou melhor, nenhum bicho foi pego de calças curtas.

Surgiram alguns palpites. Na BBC e na National Geographic, cientistas afirmaram que possivelmente o fato se deu porque os animais ouvem uma freqüência de som produzida pelo terremoto, mais baixa do que as que os nossos ouvidos captam.
Segundo ele, os bichos também sentem vibrações no solo e do ar, as rally waves, estas, sim, também somos capazes de sentir em nosso próprio corpo. Ou melhor, seríamos. Nossa mente anda tão congestionada de informação, que apesar das rally waves chegarem até nossos corpos, essa informação é simplesmente deletada da nossa consciência.
Entenderam a tragédia?

Resumo: os bichos se salvaram porque estavam conectados. Nós, seres humanos, nos estrepamos porque estávamos também conectados, só que em outras ondas: rádio, TV, videogame, ou mesmo o sonzão do carro ou do botequim tocando no último um bate-estaca de ano novo.

Nesses meus poucos dias de férias, persegui como um louco a tecla mute do controle remoto. Tentando diminuir pelo menos o volume do mundo ao meu redor. Valorizar o botão de desliga. Tá ligado?

Tá na hora da gente ouvir menos o barulho e mais os elefantes.

Marcelo Tas


Fonte: sotextos.com




Posted by alone Dated08jun2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Poeta, mostra sua cara!



Nem vem de escada que o incêndio é no porão...
CARLOS IMPERIAL

Quando eu piso em folhas secas, caídas de uma mangueira...
NELSON CAVAQUINHO

A saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu...
CHICO BUARQUE

Vira essa folha do livro e se esqueça de mim...
VINICIUS DE MORAES

Na minha terra, Bahia, entre o mar e a poesia tem um porto: Salvador... GILBERTO GIL

Igual sem fim, minha terra, passava dentro de mim...
CAETANO VELOSO

Nossas roupas comuns dependuradas, na corda qual bandeiras agitadas...



ORESTES BARBOSA

Eu sou a lâmpida, e as muié é as mariposa...
ADONIRAN BARBOSA

Ah, se eu fosse você, eu voltava pra mim... Silvio Cesar
SÍLVIO CESAR

Nada do que foi será igual ao que a gente viu há um segundo...
NELSON MOTTA

Vida é fazer todo sonho brilhar...
CAPINAM

Corre e diz a ela que eu entrego os pontos...
CHICO BUARQUE

A que será que se destina?
CAETANO VELOSO

Vocês, Marias de agora, amem somente uma vez, pra que depois essa capa não sirva em vocês...



LUPICÍNIO RODRIGUES

Juliana na roda com João, uma rosa e um sorvete na mão...
GILBERTO GIL

Mas a flor amada, é mais que a madrugada...
JOÃO DO VALE

E gritava a, é, i, ó, u... ipsilone...
ROSIL CAVALCANTI

Um homem cansado, carente de cerveja e velhos amigos...
RENATO TEIXEIRA

Cheia de encanto, como uma gazela, tão colorida como a primavera...
BEBETO

Porque meu coração é uma ilha, a centena de milhas daqui...
DJAVAN

Ah, que saudade, que vontade de ver renascer nossa vida...
VINICIUS DE MORAES

Andar pela praia até o Leblon...
TOM JOBIM

Viva a porta-bandeira! -- Sou eu, ela pensou... Mas foi a outra quem se curvou...



PAULO CESAR PINHEIRO

Meu coração vagabundo quer guardar o mundo em mim...
CAETANO VELOSO

Ah, tira a solidão de mim, tira esse olhar dos olhos meus...
VINICIUS DE MORAES

Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu...
DORIVAL CAYMMI

Meu sangue errou de veia e se perdeu...
CHICO BUARQUE

O barquinho vai, a tardinha cai...
ROBERTO MENESCAL

E sepultar bem longe o que restou da camisa colorida, que cobria minha dor...



PAULINHO DA VIOLA

Melhor seria ir de amor morrendo que ficar vivendo vendo o amor morrer...



PAULO SÉRGIO VALLE

Nada de correr da raia, nada de morrer na praia...
VICTOR MARTINS

Esse nosso amor ziguezagueou e foi sem direção: se foi bom, ou ruim, foi demais...

DUDU FALCÃO

Então ela se fez bonita como há muito tempo não ousava ousar...
CHICO BUARQUE

Saiba que os poetas, como os cegos, podem ver na escuridão...
CHICO BUARQUE

Canta Maria, que a vida, Maria, vai mudar...
GERALDO VANDRÉ


Poeta, mostra sua cara! foi o nome de uma série de shows produzidos por Solange Kafuri alguns anos atrás, sempre às 20 horas de domingo no saudoso JazzMania, aqui no Rio. Durante meses freqüentamos assiduamente os acontecimentos, onde, ao contrário do que quase sempre ocorre, eram os letristas que se apresentavam, cantando e declamando suas obras. Tomado pela lembrança desses bons momentos, citei acima versos que me vieram à cabeça. Como tudo foi feito sem consulta, se notarem alguma falha, comuniquem.

Fonte: releituras.com




Posted by alone Dated03jun2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

O Brasil em 1000 frases



· Meu negócio agora é sexo e amizade. Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata. (Caetano Veloso/1983)

· Pessoas espertas tomam atitudes estúpidas por razões amorosas. (Lawrence Kasdam)

· A Bahia é o Mississipi do Brasil. (Lulu Santos)

· Ninguém faz tudo bonito sempre. Até Deus. Ele fez o cavalo e também o rinoceronte. (Vinicius de Moraes)

· O problema é que o Brasil é de cabeça para baixo, de trás para diante e pelo avesso. (Tom Jobim)

· Brasil? Fraude explica. (Carlito Maia)

· Que coisa ridícula eu, com 58 anos, falar bumbum. É bunda, não é? (Hebe Camargo/1990)

· Ser carioca é gostar de ovo frito em cima de qualquer prato. (Carlos H. Cony)

· O governo quer culpar a janela pela existência da paisagem. (Borjalo/1980)

· No Nordeste se diz que quem corre cansa, quem anda avança. (J. Costa Cavalcanti)

· Em traseira de burro, dianteira de padre e cabeça de juiz não se pode confiar. (Ney Maranhão)

· Nenhum banco morre de repente. (M.H.Simonsen/1983)

· O primeiro economista do mundo foi Cristóvão Colombo: quando saiu, não sabia para onde ia; quando chegou, não sabia onde estava. E tudo por conta do governo. (Ronaldo Costa Couto)

· A única responsável pelas enchentes foram as chuvas (sic). (Mário Covas/1985).



· O poder é como o violino: toma-se com a esquerda e toca-se com a direita. (Esperidião Amin)

· Aí, falei: "Não foi falta, seu burro". Mas não ofendi o juiz. (Roberto Carlos/Palmeiras)

· Não sei o que é feminismo. Mas, se for coisa boa, concordo e assino em baixo. (Dario - Dadá Maravilha)

· Se ter filho fosse uma coisa difícil, seria o homem que iria parir e não a mulher. (Roger "Ultraje a Rigor" Moreira)

· As pesquisas que temos feito com os indecisos indicam que nós temos a maioria dos indecisos. (Paulo Maluf/1986)

· Toda sociedade tem a inflação que merece. (M.H.Simonsen/1980)

· Quem vai na frente bebe água limpa. (Ulysses Guimarães/1983)

· A saliva é o combustível dos políticos e, graças a Deus, não está em falta no mercado. (Ulysses Guimarães)

· Se acham que com essa história de velho vão me dar por vencido, se enganam. Velho sim, velhaco não. (Ulysses Guimarães/1989)

· O inglês é o esperanto que deu certo. (Rita Lee)

· A metáfora é a guardiã da realidade. (Adélia Prado)

· Eu escrevo todo dia, por compulsão. Mas agora, aos 70 anos, uma das perguntas que mais me intrigam é o que eu vou fazer quando crescer. (Otto Lara Resende)

· É difícil saber a partir de quando se está gagá. (Jean Tinguely)

· Aos vencedores, as batatas. Aos vencidos, as cascas. (Jarbas Passarinho)

· Quando teve esse concurso, meu marido disse: "Vai, que tu ganha" (sic). Aí eu vim. (Maria de Lourdes de Jesus, eleita a mulher mais feia em Pernambuco/1995)

· Um filho, numa mulher, é uma transformação. Até uma cretina quando tem um filho melhora. (Nelson Rodrigues)

· Quem não ouve com paciência não decide com precisão. (Aureliano Chaves)

· Mineiro não briga, mas também não perdoa. (Hélio Garcia)

· Como se diz lá em Minas, é melhor ser sapo grande em lagoa pequena do que sapo pequeno em lagoa grande. (Henrique Hargreaves)

· É melhor ser rabo de leão do que cabeça de formiga. (Shigeaki Ueki)

· A música é a tradição da filosofia dos sons. (Lorin Maazel/1995)

· Um homem não envelhece quando sente paixão. (Mikhail Gorbatchov)

· O poder desgasta sobretudo quem não o tem. (Felipe Gonzalez)

· Cristo foi um dos grandes poetas do mundo - tanto que 20 séculos já passaram por cima de suas palavras e elas são vivas e reviçadas todos os dias. (Manoel de Barros)

· No meu governo não faltará carne bovina nem porquina na mesa dos mineiros. (Newton Cardoso)

· Estou Phd: por hora desempregado. (Dante de Oliveira)

· Não me abaixo nem para pegar dinheiro. Sou o maior preguiçoso do universo. (João Gordo)

· Estou prevendo uma crise política de conseqüências imprevisíveis. (Dinarte Mariz)



O amigo Luiz Carlos de Azevedo descobriu — e me passou — uma página de frases. Junto veio a sugestão para que fizesse um Releituras sobre o assunto. Lembrei-me, então, que há um ano havia comprado o livro "O Brasil em mil frases", uma coletânea das melhores publicadas na seção "Frases" da Folha de São Paulo nos últimos 20 anos. Segundo o organizador, Maurício Stycer, são selecionadas a partir da leitura da Folha e de, especialmente, "O Globo", "O Estado de São Paulo", "Jornal do Brasil" e "Gazeta Mercantil", além das revistas "Veja" e "Isto É". São tantas que não dá vontade de parar. Procurei selecionar as que achei melhores. Divirtam-se.

"O Brasil em mil frases" foi publicado pela Empresa Folha da Manhã S.A. - São Paulo, 1996, págs. 05 e seguintes.

Fonte: releituras.com





Posted by alone Dated31may2011



sábado, 28 de maio de 2011

Depoimento da professora Amanda Gurgel (Rio Grande do Norte/Brasil)







Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública. Depoimento Resumindo o quadro da Educação no Brasil. Educadora fala sobre condições precárias de trabalho no RN/BRASIL.(10/05/2011)



Alone: se fosse um HOMEM, eu diria que era UM com os "TOMATES"no "sítio"...!!! Assim... OBRIGADO, professora AMANDA...!!!





Posted by alone Dated28may2011



domingo, 8 de maio de 2011

Hoje -no BRASIL- é DIA DA MÃE!



Bom Dia, Amiga(o)s:




na semana passada, no dia 1 de Maio, eu fiz aquí menção que era DIA DA MÃE em Portugal e, portanto, dediquei umas palavras sinceras de EMOÇÃO e SAUDADE à minha falecida mãe ODETE.

Como a minha vida é repartida entre estes dois Países (embora a Nacionalidade e o "sentir" seja SEMPRE e, SÓ, um... PORTUGAL), não quero deixar de, MAIS UMA VEZ, "comemorar" este Dia importante.


Assim -e voltando ao bancos de escola da primária- muito tempo depois, vou escrever aquí uma palavras que aprendi e, acho eu, que TODA UMA GERAÇÃO aprendeu.


Diz assim:-



"Com três letrinhas apenas

se escreve a palavra MÃE

que é de entre todas as palavras pequenas

a MAIOR que o MUNDO tem".



Para a mãe ODETE, sepultada na vila de Sesimbra desde Abril de 2004, com TODA a TERNURA e o ETERNO PENSAMENTO do seu filho



António Rui (como a mãe SEMPRE me chamou, lembra-se ...!)




Writtten and Published by alone


Dated08may2011


sexta-feira, 22 de abril de 2011

PEDRO ÁLVARES CABRAL- Descobrimento do Brasil




... foi, mais "coisa menos coisa", ASSIM...!!! E quê...?!...




Posted by alone


Dated22apr2011


DESCOBERTA ou "ACHAMENTO"...?!...




Se 1 descoberta incomoda muita gente, muitas descobertas incomodam muito mais...!!!





História do Descobrimento

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Caravelas portuguesas chegando ao litoral brasileiro

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.

Os Portugueses recebidos na "corte" Brasileira... em 1500!



Descobrimento do Brasil, Francisco Aurélio de Figueiredo e Melo, 1887. Acervo do Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro



O descobrimento do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária ( 200 milhas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.


Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias (cravo, canela, gengibre, pimenta, noz moscada, açafrão) que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa.
Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território.
Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

Principal fonte histórica

A principal fonte histórica sobre o Descobrimento do Brasil é um documento redigido por Pero Vaz de Caminha, o escrivão da esquadra de Cabral.
A "Carta de Pero Vaz de Caminha" a D. Manuel I, rei de Portugal, conta com detalhes aspectos da viagem, a chegada ao litoral brasileiro, os índios que habitavam na região e os primeiros contatos entre os portugueses e os nativos.

Origem: http://www.suapesquisa.com/historia/descobrimentodobrasil/





Nota de alone: descoberta ou "achamento"?!... Deixo para quem sabe de História esse VEREDICTO. De qualquer forma, 511 anos estão passados sobre essa data. Cabral era o representante da Coroa Portuguesa e foi ele que CHEGOU AQUÍ.

Dêm-lhe o "nome" que quiserem!...






Posted by alone


Dated22abr2011


segunda-feira, 4 de abril de 2011

A Saúde e o Humor (I)


Os humoristas não perdem a oportunidade de falar mal daqueles que cuidam (ou deveriam cuidar) de sua saúde. Os livros mostram que, em todas as oportunidades, os médicos, dentistas e outros profissionais da área de saúde são alvo da pena afiada daqueles que sofrem para nos fazer rir. Aqui vão alguns exemplos:



1 - João Salomão Queiroga (+ 1878)


Pagam médicos na China


Só quando eles curam lá.


Sofrerão fome canina


Se tal moda pegar cá.




Seria eterna a velhice


Cessaria a mortandade


Se a nossa lei abolisse


O médico e seu confrade.


Do infeliz genero humano,


O demo, sempre contrário,


Inventou para seu dano


O médico e o boticário...



2 - Correia de Almeida (+ 1905)



— Certo Doutor de capêlo


tem lindissimos cavalos,


e, para dar lustro ao pelo


vai em pessoa escová-los.


Já não pode ignorar tudo


quem se aplica a tal estudo...



3 - Laurindo Rabelo (+ 1864)



Dizem que a Morte e Maurício


Andaram na mesma escola;


A Morte mata somente...


O Maurício mata e esfola. (visava a José Maurício N. Garcia, médico e professor de anatomia)



Textos extraídos dos livros "Antologia de Humorismo e Sátira", Ed.Civilização Brasileira - Rio de Janeiro, 1957, págs. diversas, uma seleção de R. Magalhães Júnior, e "Humor e Humorismo - Paródias", Editora Brasiliense - Rio de Janeiro, 1961, págs. diversas, uma seleção de Idel Becker.



Fonte: Releituras.com




Posted by alone



Dated04apr2011

terça-feira, 29 de março de 2011

Coisas do B.B. (Banco do Brasil)


Há muito tempo, quando o Banco do Brasil era considerado o maior banco rural do mundo, mantinha em sua Carteira Agrícola um quadro de avaliadores (também conhecidos por "fiscais") que eram pessoas com conhecimentos na área, contratadas para verificar "in loco" se os pedidos de financiamento estavam em ordem, etc, etc.

Ocorre que nem sempre eram pessoas com bom nível de escolaridade. O que valia era o conhecimento prático.

Daí nos relatórios constarem algumas "batatadas" que alguns gaiatos, como não poderia deixar de ser, anotaram para gáudio de todos nós:

- "O sol castigou o mandiocal. Se não fosse esse gigante astro, as safras seriam de acordo com as chuvas que não vieram".

- "Mutuário triste e solitário pelo abandono da mulher não pode produzir".

- "Acho bom o Banco suspender o negócio do cliente para não ter aborrecimentos futuros".

- "Vistoria perigosa. As chuvas pluviais da região inundaram o percurso, que foi todo feito a muito custo".

- "Mutuário faleceu. Viúva continua com o negócio aberto".

- "O contrato permanece na mesma, isto é, faltando fazer as cercas que ainda não ficaram prontas".

- "Foi a vistoria feita a lombo de burro com quase 8 km". - "A máquina elétrica financiada era toda manual e velha".

- "Financiado executou trabalho braçalmente e animalmente".

- "O curral todo feito a capricho, bem parecendo um salão de baile a fantasia".

- "Visitamos o açude nos fundos da fazenda e depois de longos e demorados estudos constatamos que o mesmo estava vazio".

- "Os anexos seguem em separado".

- "A lavoura nada produziu. Mutuário fugiu montado na garantia subsidiária".

- "Era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal!".

- "Tendo em vista que o mutuário adquiriu aparelhagem para inseminação artificial e que um dos touros holandeses morreu, sugerimos que se fizesse o treinamento de uma pessoa para tal função".

- "Assunto: Cobra. Comunico que faltei ao expediente do dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada".


(Fonte: anotações diversas de vários funcionários).

Origem: NET



Posted by alone

Dated29mar2011

sábado, 26 de março de 2011

Brasil, Brasileiro...!

O trabalhador Português só "não produz" em Portugal. De quem é a CULPA?!...



Uma das “coisas” que mais me chateia, aqui na “Terra do Achamento”, é a existência numa quantidade enorme de produtos, das mais diversas espécies e áreas de produção e consumo, de uma frase que diz, mais ou menos, assim: “Rasgue por aqui”/”Abra na área picotada”/”Abra aqui” ou “coisa” assim no gênero!...

Minhas Senhoras/Meus Senhores: salvo raríssimas excepções, VOCÊ NUNCA irá abrir Pxxxa nenhuma por ali. “Se for produtos tipo ketchup ou maionese, por exemplo, normalmente “aquilo” vai espichar por tudo o que é sítio, menos naquilo que em que você pretende colocar e, certamente, vai ter de ir ao WC para fazer uma limpeza da “parte” atingida”.

Esta “coisada” faz-me lembrar uma conversa –tipo PIADA- que, quando estava no serviço militar em Angola, um “velho colonialista” nos contava um pouco antes da Independência, a RIR até à “exaustão”. Dizia ele: querem saber a MELHOR?!... Não é que na Fábrica X.... , ali no Bairro da ......, aquí em Luanda, e que faziam garrafas para cervejas e refrigerantes, os “pretos” correram com o dono, “branco” já se vê!... E, sabem, o que aconteceu?!... perguntava-nos ele e, de imediato, começava a risada. Os “Carxxxs” fazem as garrafas –e RIA, RIA muito- mas não sabem colocar o FUNDO das garrafas. AHHHHHHHHHHHHHHH.... AHHHHHHHHHH... AHHHHHHHH... ria, ele, em “êxtase”.

Temos de dar o devido valor aos Portugueses que fizeram o tal de “achamento” das Terras de Santa Cruz e, depois, àqueles que foram vindo, “colonizando” ou não –conforme for a nossa idéia “individual” do que é colonizar”- mas que, ainda hoje, embora em pequeno número face a outras colônias (de Japoneses, Italianos, Espanhóis, etc...), continuam nos seus trabalhos e a fazer e a fazer BEM aquilo que lhes compete.

A sensação que me fica, comparando o que disse na primeira parte com a anedota do “amigo” de Angola, é que pode até haver aqui ISO 9..... mas, a qualidade do que se faz essa, NÃO foi aprendida com os Portugueses, certamente! Sim, podemos ser poucos, mas nestas “coisinhas” de acabamentos, da perfeição com que o que produzimos, NINGUÉM nos pode querer chegar “ao chinelo”!...

Pode vir a CIP ou a Confederação do Comércio ou, ainda, outra “congênere” qualquer dizer MAL do trabalhador Português que, isso, NÃO “PEGA”!... Com “outros” empresários bem que “a coisa” ia...!!!... OHHH, “se IA”... "compadres"!!!...




Written and Published by alone
Dated26mar2011


sábado, 12 de março de 2011

AI QUE SAUDADES, AI AI...


Publicado no jornal “O Setubalense”

na sua edição de 11/03/2011


SECÇÃO: Cidade

Brancanes

Despiste de viatura
Os Bombeiros Sapadores de Setúbal foram chamados anteontem para prestar socorro a um acidente causado por um despiste seguido de capotamento na curva de Brancanes, na Estrada Nacional 10. No local, os Sapadores estiveram com uma INEM que prestou assistência à vítima e com um veículo urbano. De referir que a viatura ficou imobilizada numa vala. A PSP tomou conta da ocorrência. Na terça-feira, os Sapadores combateram um incêndio em máquina de lavar roupa numa habitação sita na rua José Ganhão de Lazarda, em Azeitão. Foi mobilizada uma viatura dos sapadores do Destacamento em Azeitão. O proprietário interveio de imediato até à chegada dos bombeiros.


Nota de alone: meu DEUS, que SAUDADES "destas" notícias da minha cidade!... Sei que vão perguntar: SIM... e porquê?!... Porque, apesar de tudo, estas são notícias de "top" da minha cidade. Sim... mas e depois?!... perguntarão, de novo. Aí, eu respondo: é porque quando eu acesso ás TV's e jornais aquí do Brasil (... e da região em que habito...) e sou confrontado, TODOS OS DIAS, com notícias que provocam "calafrios". Notícias, ASSIM, destas... AHHHH, que "coisa BOA"...!!!


Posted by alone

Dated12mar11

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Suave inconsistência do Light!


Parafraseando Kundera... agora tudo é light... láite!

Toda vez que escuto a expressão light, tenho um pequeno pasmo, um pasmo, assim, de pequeno porte. De repente uma qualidade nutricional de alimentos para dietas variadas, vira sinônimo de qualquer coisa que se queira invencionar.

— Fulana é professora da Federal, mas assim sabe num esquema light, sem muito atropelo e o dinheiro certinho no começo do mês...

— Vamos fazer um churrasquinho light, com uma lingüicinha light, umas coxinhas sem a pele, um vinhosinho gelado, uma saladinha esperta (sempre no diminutivo), tudo bem laíte.

— Agora estou numa light, cai fora de uma casamento de anos...

É impressionante o número de condutas, posturas, idéias, coisas que podem ser consideradas light.

De repente tudo que é legal, maneiro, da hora, tem de ser light. Light virou qualidade universal, incondicional com certificado de ISO´s variados e tudo mais. Pense na última vez que você usou o termo. Foi designar exatamente o quê?

A tradução de light é leve, desprovida de peso. Ou não?

Minha questiúncula é a de que, será que atributos como consistência, substancioso, calórico, pujança, força, peso enfim, poderiam ser considerados como negativos ou indesejados? Coisas desprezíveis?

Fica a impressão que light puxa para o feminino. O que é que você acha? Consegues atribuir o adjetivo mencionado em algum objeto claramente identificado como masculino? Difícil!

Fico com o pé atrás com estes neologismos criados a partir da língua de Sua Majestade, sem que dele se necessitasse. Não sou chegado em anglicismos, dessa mania, ultrapassada e funesta, de achar que tudo que é importado é bom.

Mas para que, Deus meu, usar light se temos o leve. Consultemos o amansa burro:

le.ve

adj. m. e f. 1. Que pesa pouco. 2. Que não é grave, que não é perigoso. 3. Que não é importante. 4. Delicado, ameno, brando. 5. Simples, superficial. 6. Airoso na forma. 7. Ágil, ligeiro. 8. Aliviado, desoprimido.

Extenso não? Um vocábulo, um adjetivo de primeira grandeza. Que de light, convenhamos, nada tem.

Então, criaturas de Deus, parem com esta bobagem brega de achar ou dizer que:

— Agora tudo é light!


Luiz "Minduim" Vasconcellos



Posted by alone


Dated25fev11

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Dialética



É claro que a vida é boa
E a alegria, a única indizível emoção
É claro que te acho linda
Em ti bendigo o amor das coisas simples
É claro que te amo
E tenho tudo para ser feliz
Mas acontece que eu sou triste...

Vinícius de Moraes



Posted by alone

Dated01fev11

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011. Vamos acordar?!...





Amiga(o)s:

O ano de 2010 está prestes a findar.
Foi, certamente, um ano de muitas realizações para muitos de vós. Para outros (entre os quais me incluo...) nem por isso. Mas, 2011, está já ali a espreitar para nós. E, é com os olhos no futuro –não esquecendo NUNCA o passado- que devemos encarar mais esta etapa de nossas vidas.

Temo que, em termos nacionais e internacionais, este ano que se vai iniciar e outros que a seguir virão, serão sempre anos de catástrofes piores que os anos anteriores, que as Políticas e os Políticos continuarão a ser desastrosas, que as pessoas continuarão a não querer saber de AIDS, de Dengue, de cheias, de desmonoramentos e que continuarão, tranqüilamente, a fazer a sua “vidinha” e despejar os lixos e detritos no quintal do vizinho ou no curso de água mais próximo e a viver em qualquer morro mais próximo do trabalho.
Para Portugal e Brasil, sinceramente, não acredito que 2011 vá ser um ano de SUCESSO. As crises virão, mais e mais fortes, e o povo irá pagar na carne e no banco, tudo isso. Afinal, “a grande farra” não dura sempre...! Nem os “dinheiros” do FSE (Portugal) nem os “pré-sal” (Brasil) farão milagres. Os políticos acompanharão com pesar (como sempre...) o “mal-estar” social e serão SEMPRE solidários com o “povão” mas NUNCA, por NUNCA, irão abdicar do “aumentozinho” de salário ou de outras “benesses” de que tanto gostam e LUTAM.
Por isso, “XENTE”, acredito que o 2011 será MAIS árduo que o 2010, em todas as suas vertentes.
E, olhem que, eu NÃO SOU BRUXO!...


Abração do
Antonio Rui



Written and Posted by alone

Dated30dez10

domingo, 31 de outubro de 2010

Eleições, blá-blá...


Dia ruinzinho este.

Trabalhar nas eleições das 07H00 às 12H00. A HAVER está agora 1 dia de descanso.

Do MAL ao MENOS...!!!

No início da noite, o RESULTADO eleitoral esperado. Pelo menos pra mim.

Dilma ganhou e NÃO FOI Serra que perdeu.

FOI O BRASIL.

Daquí a algum tempo depois FALAMOS.

Democracia é aceitar o veredicto do povo mas NÃO É SER ESTÚPIDO, nem BURRINHO...!!!

Uns toques de embelezamento aquí no aloneasyou para o preparar para o FUTURO. Com Dilma, claro...!!!

O resto já é TUDO PASSADO.

E MAL PASSADO, diga-se.

Mas a história está cheia destas "choses".



Nota de rodapé: pôxa que NEM o meu clube ganhou...!!! Já é ter "galo"...!!!


Autoria de ARAS (Alone)
em 31OUT2010