Eu e SÓ EU...

Eu e SÓ EU...
Alone

Chegar ou partir...

Como EU sou...

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Bom Dia, Boa Noite... "essas coisas"!

Posting

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PORTUGAL é "só isto"...?!... NÃO... essencialmente, é UM POVO...!!!

Provérbios

“Só um sentido de invenção e uma necessidade intensa de criar levam o homem a revoltar-se, a descobrir e a descobrir-se com lucidez”. (Pablo Picasso)

PORTRAIT




Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.

Gedeão


Eu, quando choro, não choro eu. Chora aquilo que nos homens em todo o tempo sofreu. As lágrimas são as minhas mas o choro não é meu.A.Gedeão

A(o)s que me deixam MENOS alone...!!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Tristão de Silva - Canção do Mar

Tristão da Silva
Composição: Frederico de Brito / Ferrer Trindade

Canção Do Mar

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo
Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração
Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo.

Posted by alone

Dated14dez10

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Com "DEDICATÓRIA" especial: Fandango - Lezirias do Ribatejo

Este VÍDEO é TOTALMENTE DEDICADO pelo pessoal da "Terrinha" para os Canais de TV Brasileiros e para a forma "acintosa" como sempre chamam a um País que é Portugal e que DEVIAM SABER RESPEITAR.

Um "Fandango" vem MESMO a calhar... e, tenham JUÍZO!

Posted by alone

Dated 13dez10

DECOMPOR


PONHO E RECOMPONHO

TAMBÉM DECANTO.


GOSTO DE SEPARAR

E UNIR AS PALAVRAS,

SEUS SONS, CLIMAS,

ALITERAÇÕES E RIMAS.


MISTURAR, SEM FAZER VITAMINA,

O ROCK, O RAP, O FUNK,

A BALADA E O BOLERO.


NÃO PRECISO ME LEVAR

TÃO A SÉRIO.


CANTO O QUE SAI DE MIM,

O QUE CHEGA A MIM,

O QUE PASSA POR MIM,

ATÉ O CHINFRIM.


MAS SÓ FAÇO COM ESTILO.


ME ENSINUO, REMEXO,

VASCULHO, DESTILO,

ME VIRO, BURILO

CUSPO, LUSTRO,

PONHO, RETIRO.


ARMA ENGATILHADA,

ATIRO.


Autor: LUIZ PINHEIRO



Posted by alone

Dated 13dez10

Feliz Natal Mr. Bean

Posted by alone

Dated 13dez10

Corridinho


O amor quer abraçar e não pode.

A multidão em volta,

com seus olhos cediços,

põe caco de vidro no muro

para o amor desistir.

O amor usa o correio,

o correio trapaceia,

a carta não chega,

o amor fica sem saber se é ou não é.

O amor pega o cavalo,

desembarca do trem,

chega na porta cansado

de tanto caminhar a pé.

Fala a palavra açucena,

pede água, bebe café,

dorme na sua presença,

chupa bala de hortelã.

Tudo manha, truque, engenho:

é descuidar, o amor te pega,

te come, te molha todo.

Mas água o amor não é.



Adélia Prado

Homenageio Adélia Prado pelo seu aniversário no dia 13 de dezembro.



Posted by alone


Dated 13dez10

domingo, 12 de dezembro de 2010

Gilbert Bécaud : Et maintenant

Posted by alone

Dated 12dez10

Os olhos do poeta


O poeta tem olhos de água para reflectirem todas as cores do mundo,
e as formas e as proporções exactas, mesmo das coisas que os sábios desconhecem.
Em seu olhar estão as distâncias sem mistério que há entre as estrelas,
e estão as estrelas luzindo na penumbra dos bairros da miséria,
com as silhuetas escuras dos meninos vadios esguedelhados ao vento.
Em seu olhar estão as neves eternas dos Himalaias vencidos
e as rugas maceradas das mães que perderam os filhos na luta entre as pátrias
e o movimento ululante das cidades marítimas onde se falam todas as línguas da terra
e o gesto desolado dos homens que voltam ao lar com as mãos vazias e calejadas
e a luz do deserto incandescente e trémula, e os gestos dos pólos, brancos, brancos,
e a sombra das pálpebras sobre o rosto das noivas que não noivaram
e os tesouros dos oceanos desvendados maravilhando com contos-de-fada à hora da infância
e os trapos negros das mulheres dos pescadores esvoaçando como bandeiras aflitas
e correndo pela costa de mãos jogadas pró mar amaldiçoando a tempestade:
- todas as cores, todas as formas do mundo se agitam e gritam nos olhos do poeta.
Do seu olhar, que é um farol erguido no alto de um promontório,
sai uma estrela voando nas trevas
tocando de esperança o coração dos homens de todas as latitudes.
E os dias claros, inundados de vida, perdem o brilho nos olhos do poeta
que escreve poemas de revolta com tinta de sol na noite de angústia que pesa no mundo.


Manuel da Fonseca


Posted by alone

Dated 12dez10